Economia & Mercado

Salvador é a capital que mais teve aumento no preço de aluguéis de imóveis do país; veja levantamento

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São Paulo é a cidade com aluguel mais caro do país em 2024  |   Bnews - Divulgação Joel Fotos/Pixabay

Publicado em 14/01/2025, às 12h03   Victória Valentina



Um levantamento feito pela FipeZAP, divulgado nesta terça-feira (14), apontou Salvador como a capital que mais teve aumento no preço de aluguéis de imóveis do país em 2024, com 33,07%. De acordo com o índice, é preciso desembolsar, em média, R$ 44 reais/m² mensalmente para viver na cidade.

No ranking geral que mostra o valor do custo do aluguel no Brasil, Salvador surge em décimo lugar. A lista é liderada por São Paulo, onde é necessário pagar, em média, R$ 57,59/m² por mês. A segunda capital mais cara é Florianópolis (R$ 54,97/m²), sendo seguida por Recife (54,95/m²).

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Na parte de baixo da lista, três capitais nordestinas concentram os aluguéis residenciais mais baratos do país. Algumas das cidades chegam a custar menos da metade do valor de São Paulo e Florianópolis. Teresina (PI) ocupa a última colocação do ranking, com imóveis a R$ 22,49/m². À frente, estão Aracaju (SE), com custo de R$ 24,90/m², e Fortaleza (CE), de R$ 32,61/m².

De acordo com a FipeZAP, o preço médio dos novos contratos de aluguéis, calculado para as 36 cidades, é de R$ 48,12/m², segundo dados de dezembro de 2024. Portanto, o o aluguel de um apartamento de 50 metros quadrados custa, em média, R$ 2.406 — quase R$ 279,50 acima do ano anterior (R$ 2.126,50).

Cidades que registraram maior aumento no preço do aluguel

  • Salvador (BA): 33,07%
  • Campo Grande (MS): 26,55%
  • Porto Alegre (RS): 26,33%
  • Campinas (SP): 19,32%
  • Joinville (SC): 17,94%
  • Ribeirão Preto (SP): 16,71%
  • Recife (PE): 16,17%
  • São Bernardo do Campo (SP): 15,03%
  • Fortaleza (CE): 14,68%
  • São José do Rio Preto (SP): 14,66%
  • Curitiba (PR): 14,58%
  • Brasília (DF): 14,56%
  • Belo Horizonte (MG): 14,20%
  • Praia Grande (SP): 14,20%
  • São José (SC): 13,90%
  • Belém (PA): 13,50%
  • Cuiabá (MT): 13,31%
  • Niterói (RJ): 12,68%
  • Santos (SP): 12,51%
  • São Paulo (SP): 11,51%
  • Natal (RN): 11,04%
  • São José dos Campos (SP): 10,93%
  • Manaus (AM): 10,85%
  • Aracaju (SE): 10,75%
  • Barueri (SP): 10,75%
  • Florianópolis (SC): 10,39%
  • João Pessoa (PB): 10,15%
  • Guarulhos (SP): 9,75%
  • Vitória (ES): 9,48%
  • São Luís (MA): 9,30%
  • Goiânia (GO): 9,12%
  • Santo André (SP): 8,74%
  • Teresina (PI): 8,47%
  • Rio de Janeiro (RJ): 8,00%
  • Pelotas (RS): 6,72%
  • Maceió (AL): 3,35%

Classificação Indicativa: Livre

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