Economia & Mercado
No comando de uma montadora avaliada em US$ 8,5 bilhões, a rotina não dá trégua. Reuniões, decisões estratégicas, cobranças em escala global. Ainda assim, fora do expediente, Ivan Espinosa troca o terno pela baqueta, e, às vezes, pela raquete.
À frente da Nissan desde abril do ano passado, o executivo mexicano encontrou um jeito próprio de não se perder no ritmo acelerado do cargo. Fim de semana, para ele, tem outro som: ensaio com a banda e partidas de tênis. Quando não dá para ir à quadra, o golfe entra como plano B.
“Como eu administro o estresse? Bem, eu tento continuar sendo eu mesmo”, disse Espinosa em entrevista ao Wall Street Journal. “Gosto de jogar tênis nos fins de semana. Se não consigo, jogo golfe. E também sou músico.”
A relação com a música não é só passatempo eventual. Ele toca bateria e, sempre que consegue conciliar agendas, se reúne com outros músicos para tocar. “Gosto de tocar bateria, então tenho uma banda; de vez em quando nos reunimos e tocamos por um tempo”, afirmou. “Isso me ajuda a permanecer autêntico e fiel a mim mesmo.”
Antes da subida
Antes de chegar ao topo, o caminho passou por diferentes fusos horários e níveis de pressão. Espinosa entrou na Nissan em 2003, no México, ainda como especialista de produto.
Vieram depois posições de liderança na Tailândia e na Europa, até a mudança para o Japão, em 2016, já mais próximo do núcleo duro da companhia. A cadeira de CEO veio após uma sequência de cargos estratégicos, cada um com seu próprio grau de exigência.
Não à toa, encontrar válvulas de escape virou parte da engrenagem pessoal. Música e esporte, no caso dele, funcionam como uma espécie de freio, um jeito de reduzir o impacto de uma rotina que dificilmente desacelera.
Classificação Indicativa: Livre
Qualidade Stanley
Limpeza inteligente
Baita desconto
Cupom de lançamento
Imperdível