Economia & Mercado

Taxa de desemprego cai para 5,4%, a menor da série histórica

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Dados do IBGE mostram queda no desemprego e aumento na renda dos trabalhadores no Brasil  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Freepik
Bruna Rocha

por Bruna Rocha

Publicado em 29/11/2025, às 14h46



O desemprego no Brasil atingiu o menor índice da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no trimestre encerrado em outubro.

No período, houve aumento no número de empregados com carteira assinada e a renda do trabalhador alcançou o maior valor já registrado. Os dados integram a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua).

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A população desocupada foi de 5,9 milhões de pessoas, queda de 3,4% em relação ao trimestre anterior (menos 207 mil pessoas) e de 11,8% em um ano (redução de 778 mil).

A população ocupada chegou a 102,6 milhões, número estável frente ao trimestre anterior e 926 mil pessoas acima do registrado um ano antes. O nível de ocupação permaneceu em 58,8%, sem variações significativas. Já o total de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em 39,2 milhões, também estável.

O número total de ocupados cresceu 2,4% em um ano (mais 927 mil pessoas). Os empregados sem carteira somaram 13,6 milhões, estáveis no trimestre, porém 550 mil a menos que há um ano. Os trabalhadores por conta própria permaneceram em 25,9 milhões, com alta anual de 3,1% (mais 771 mil).

A taxa de subutilização foi de 13,9% no terceiro trimestre, ante 14,1% no segundo. Em um ano, houve queda de 1,5 ponto percentual.

A população subutilizada ficou em 15,8 milhões, sem variação no trimestre, mas com recuo de 10,1% em um ano (menos 1,7 milhão). São considerados subutilizados os trabalhadores desempregados, aqueles que trabalham menos horas do que poderiam ou quem, mesmo disponível, não procurou emprego.

Entre eles estão os desalentados, pessoas que não buscaram trabalho por acreditarem que não conseguiriam. Esse grupo somou 2,6 milhões, o menor patamar da série histórica, queda de 11,7% (menos 400 mil) em um ano.

A taxa de informalidade atingiu 37,8% da população ocupada, o equivalente a 38,8 milhões de trabalhadores, repetindo o nível do trimestre anterior e ficando abaixo dos 38,9% registrados no mesmo período de 2024.

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