Economia & Mercado
Responsável pelo pagamento de 235 mil servidores inativos do Rio de Janeiro, a Rioprevidência aplicou cerca de R$ 2,6 bilhões em fundos do grupo através do Banco Master, entre os anos de 2024 e 2025.
O banco em questão é alvo de uma investigação da Polícia Federal por fraudes, tendo levado o presidente da instituição a ser preso.
De acordo com o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), o Rioprevidência utilizava a arrecadação de descontos feitos em folha para fazer investimentos no mercado financeiro, o que deveria garantir o sustento do fundo. Após o TCE identificar “graves irregularidades” o tribunal determinou que o fundo não investisse em qualquer instrumento geridos pelo Banco Master.
Os alertas do TCE sobre os investimentos remontam desde maio deste ano, alegando “risco de possíveis irregularidades pelo Rioprevidência e por seus agentes, pessoalmente”
“O valor efetivamente aplicado pelo órgão foi de aproximadamente R$ 960 milhões, em Letras Financeiras emitidas pela instituição entre outubro de 2023 e agosto de 2024, com vencimentos previstos para 2033 e 2034”, explicou o Rioprevidência em nota ao G1.
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