Política

Polícia Federal encontra fortuna em espécie na casa de diretor do banco Master

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Estão sendo investigados os crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa  |   Bnews - Divulgação Divulgação/ PF
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 18/11/2025, às 14h32



Durante o cumprimento de mandados no âmbito da Operação Compliance Zero, que mirou a venda de títulos de crédito falsos, a Polícia Federal aprendeu R$ 1,6 milhão na casa de um dos investigados nesta terça-feira (18).

O investigado é o diretor do banco Master Augusto Ferreira Lima que teve a prisão decretada pela PF. O dono do banco, Daniel Vorcaro, e outros diretores foram presos na operação.

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As prisões aconteceram horas após o consórcio liderado pelo grupo de investimento Fictor Holding Financeira anunciar a compra do Banco Master — e pouco mais de um mês após o Banco Central ter rejeitado a aquisição pelo BRB (Banco de Brasília)

As prisões aconteceram horas após o consórcio liderado pelo grupo de investimento Fictor Holding Financeira anunciar a compra do banco, pouco mais de um mês após o Banco Central ter rejeitado a aquisição pelo BRB (Banco de Brasília).

Veja quem já foi preso:

  • Daniel Bueno Vorcaro, presidente
  • Luiz Antônio Bull, diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia
  • Alberto Felix de Oliveira Neto, superintendente executivo de Tesouraria
  • Ângelo Antônio Ribeiro da Silva, consta como um dos sócios do banco
  • Augusto Ferreira Lima, ex-CEO

As investigações tiveram início em 2024, após requisição do Ministério Público Federal, para investigar a possível fabricação de carteiras de crédito insubsistentes por uma instituição financeira. Tais títulos teriam sido vendidos a outro banco e, após fiscalização do Banco Central, substituídos por outros ativos sem avaliação técnica adequada.

Foram cumpridos cinco mandados de prisão preventiva, dois mandados de prisão temporária e 25 mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares diversas da prisão, nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia e no Distrito Federal. Estão sendo investigados os crimes de gestão fraudulenta, gestão temerária, organização criminosa, entre outros.

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