Economia & Mercado
O decreto editado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva que aumentou alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) foi reestabelecido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes em decisão tomada nesta quarta-feira (16).
A medida do governo Lula tinha sido derrubada por um decreto legislativo do Congresso Nacional. Com a derrota, o Executivo recorreu ao STF.
Moraes atendeu à maior parte do pedido do Ministério da Fazenda, mas suspendeu o trecho que previa cobrança de IOF sobre operações do tipo “risco sacado” — modelo de antecipação de recebíveis bastante usado por pequenas empresas como forma de obter capital de giro.
Veja o que fica valendo com a decisão:
O que não vai vigorar
O governo previa arrecadar R$ 12 bilhões em 2025 com todas as mudanças no IOF. Só a tributação do risco sacado representaria R$ 1,2 bilhão — cerca de 10% do total estimado.
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