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João Roma faz nova declaração forte contra ACM Neto; veja

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Bolsonarista diz que ACM Neto representa uma "política atrasada"  |   Bnews - Divulgação Divulgação

Publicado em 05/09/2022, às 14h38   Redação BNews



O candidato a governador da Bahia, ex-ministro da Cidadania e deputado federal, João Roma (PL), descartou veementemente a possibilidade de aderir ao grupo do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil). Ao ser questionado em entrevista na Rádio Sociedade da Bahia sobre boatos de que "ele seria 'cooptado' pela campanha adversária", o bolsonarista reagiu.

"Quem me conhece sabe muito bem que a palavra cooptação não faz parte do meu vocabulário. E eu já reafirmei no último debate da Bandeirantes que, de ACM Neto, eu quero distância", declarou.

O ex-ministro da Cidadania disse que o ex-prefeito da capital representa uma "política atrasada".

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"A Bahia do século 21 não combina com práticas políticas antigas do 'toma lá dá cá', da troca de favores, do empreguismo e da perseguição, praticadas por ele. Além do mais, eu estou com Bolsonaro e contra Lula. Ele não".

Para Roma, tanto ACM Neto quanto o candidato do PT, Jerônimo Rodrigues, têm como marca a elevação de impostos.

"Só sabem aumentar os impostos para distribuir migalhas durante as eleições. Nós não queremos distribuir migalhas, nós queremos chegar no governo do estado para baixar os impostos e melhorar a vida dos baianos", salientou.

O candidato a governador manifestou também sua" preocupação com a falta de política de segurança pública e com a falta de segurança inclusive para os policiais civis e militares, que muitas vezes, devido aos salários baixos, são obrigados a morar em locais dominados pelo crime organizado".

"Precisamos mudar essa postura de como o governo trata os policiais”, observou Roma.

Segundo ele, em relação à moradia, é fundamental que, como em muitos lugares do mundo, "tenhamos vilas militares e outras políticas para que os policiais possam ter acesso à casa própria, ter uma moradia minimamente protegida, longe da interferência do crime organizado".

Roma disse ainda que o crime na Bahia não é esporádico. "É um crime sistêmico, porque o crime organizado viu na Bahia solo fértil. Hoje o crime não é só em Salvador, é por toda a Bahia, inclusive na zona rural que antes era sinônimo de paz e tranquilidade.

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