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Aborto praticado por esposa de Caetano Veloso volta à tona: "É direito da mulher, ia estragar minha vida"

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A declaração de Paula Lavigne sobre sua experiência com o aborto e a defesa do direito da mulher de escolher voltaram a gerar debates acalorados nas redes sociais  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 05/12/2025, às 12h46



Uma declaração polêmica da empresária Paula Lavigne voltou a repercutir nas redes sociais nos últimos dias. A esposa do cantor Caetano Veloso abriu o jogo sobre um aborto realizado quando tinha apenas 16 anos e se posicionou firmemente em defesa do direito da mulher de decidir sobre o próprio corpo.

Em uma entrevista concedida em 2013 à revista Trip, Paula Lavigne falou abertamente sobre a experiência e a gravidez na adolescência. No entanto, a declaração voltou à tona após o Instagram da publicação relembrar as falas da empresária, em uma postagem que celebrava os 40 anos da revista.

Na entrevista, Paula destacou sua visão sobre o aborto: "Não sou a favor de gravidez na adolescência, é um erro. Acho que aborto é direito da mulher", afirmou. A empresária também se posicionou de maneira crítica à religião, dizendo que, sendo ateia, não acredita em vida após a morte. "Quando digo isso, as pessoas reagem mal. Parece que você está dizendo que não tem sensibilidade, não tem amor ao próximo", disse.

Ela revelou ainda sua experiência pessoal, lembrando que, aos 16 anos, engravidou, mas decidiu abortar. "Achava que se eu tivesse um filho ia estragar a minha vida, a do Caetano, tudo que a gente planejava", afirmou, mencionando que foi sua mãe quem a ajudou a procurar um aborto seguro, ainda que o procedimento fosse ilegal na época.

A fala de Paula Lavigne gerou reações divididas entre os internautas. Enquanto alguns expressaram apoio à sua opinião sobre a liberdade de escolha das mulheres, outros criticaram a postura da empresária.

"Aborto e droga só é proibido pra pobre!", escreveu uma internauta. "Ninguém é obrigado a ter filhos, métodos anticoncepcionais estão aí pra isso. Só não é justo que uma vida pague pela sua irresponsabilidade", disse outra. "Muito certa! Todas deveriam ter essa opção!", afirmou mais uma.

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