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Ano de despedidas! Relembre os famoso que morreram em 2025

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Artistas de diversas áreas deixaram legados que moldaram gerações, emocionando o público no Brasil e no mundo.  |   Bnews - Divulgação Reprodução Redes sociais
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 30/12/2025, às 11h27



O ano de 2025 foi marcado por perdas que atravessaram fronteiras e emocionaram públicos no Brasil e no mundo. Logo nos primeiros meses do ano, o cinema perdeu nomes históricos.

Em janeiro, morreu o cineasta David Lynch, aos 78 anos, reconhecido por sua linguagem única e por obras como Cidade dos Sonhos e Twin Peaks. No mesmo mês, o jornalismo esportivo brasileiro se despediu de Léo Batista, aos 92 anos, uma das vozes mais tradicionais da televisão. Ainda em janeiro, morreu a carnavalesca Márcia Lage, aos 64 anos, vítima de leucemia, deixando uma trajetória marcante nos desfiles das principais escolas de samba do país. 

Fevereiro trouxe despedidas importantes para a cultura nacional. O cineasta Cacá Diegues, um dos fundadores do Cinema Novo, morreu aos 84 anos, no Rio de Janeiro. Poucos dias depois, morreu Carlos Miranda, ator conhecido por viver o inspetor Carlos na série O Vigilante Rodoviário, aos 91 anos. No fim do mês, o cinema internacional perdeu Gene Hackman, vencedor de dois Oscars, encontrado morto ao lado da esposa em casa, nos Estados Unidos. 

Em março, o Brasil perdeu o escritor Affonso Romano de Sant’anna, aos 87 anos, autor de mais de 60 livros e ex-presidente da Fundação Biblioteca Nacional. No mesmo período, morreu Richard Chamberlain, galã das décadas de 1960 e 1970, conhecido por produções como Dr. Kildare e Pássaros Feridos. 

Abril foi um dos meses mais marcantes do ano. O mundo se despediu do Papa Francisco, aos 88 anos, no Vaticano. Primeiro papa latino-americano da história, ele morreu vítima de um AVC seguido de insuficiência cardíaca, deixando um pontificado marcado pelo diálogo, pela defesa dos mais pobres e pela tentativa de aproximação da Igreja com temas contemporâneos. Na Bahia, o público se despediu da jornalista Wanda Chase aos 74 anos, em Salvador. Apresentadora, foi referência no jornalismo cultural e na valorização da cultura negra.

No Brasil, o mês também foi marcado pelas mortes da atriz Lucia Alves, da cantora Cristina Buarque e da jovem atriz Millena Brandão, de apenas 11 anos, cuja morte comoveu o país. 

Em maio, a música brasileira perdeu Nana Caymmi, aos 84 anos, dona de uma das vozes mais intensas da MPB. Poucos dias depois, morreu o fotógrafo Sebastião Salgado, aos 81 anos, referência mundial por registrar desigualdades sociais e defender a preservação ambiental.  O líder religioso Divaldo Franco morreu aos 98 anos, em Salvador. Fundador da Mansão do Caminho, foi uma das principais lideranças do espiritismo no Brasil.

O mês de junho trouxe a morte do ator Francisco Cuoco, aos 91 anos, um dos maiores galãs da história das novelas brasileiras, além de Bira Presidente, fundador do Cacique de Ramos e do Fundo de Quintal, figura central na renovação do samba.

Julho foi marcado por comoção nacional e internacional. No dia 20, morreu Preta Gil, aos 50 anos, após uma longa batalha contra o câncer. Cantora, empresária e ativista, ela era conhecida pela alegria, pela franqueza e pela defesa de causas sociais.

Dois dias depois, o mundo do rock se despediu de Ozzy Osbourne, aos 76 anos, fundador do Black Sabbath e um dos maiores nomes da história do heavy metal. 

Em agosto, o samba perdeu Arlindo Cruz, aos 66 anos, autor de clássicos que atravessaram gerações.

No mesmo mês, morreu o escritor Luis Fernando Verissimo, aos 88 anos, cronista que marcou o humor brasileiro com ironia e crítica social. Também em agosto, o carimbó se despediu de Mestre Damasceno, referência da cultura paraense. 

Setembro concentrou várias perdas. Morreram a cantora Angela Ro Ro, aos 75 anos; o estilista Giorgio Armani, aos 91; o multi-instrumentista Hermeto Pascoal, aos 89; o ator Robert Redford, aos 89; a atriz Claudia Cardinale, aos 87; a humorista Berta Loran; o intérprete da Portela Gilsinho; e o influenciador JP Mantovani, vítima de um acidente de moto. 

Outubro trouxe a morte do guitarrista Ace Frehley, do Kiss; do cantor D’Angelo, aos 51 anos; e da atriz Diane Keaton, aos 79 anos.

Em novembro, morreram Lô Borges, um dos pilares do Clube da Esquina; a apresentadora Ione Borges; o ator Udo Kier; a atriz Diane Ladd; e o cantor jamaicano Jimmy Cliff, uma das vozes mais importantes da música.

Em dezembro, o cinema perdeu o ator Cary-Hiroyuki Tagawa, conhecido por filmes como Mortal Kombat e O Último Samurai. No dia do Natal, o Brasil se despediu de Teuda Bara. A atriz e uma das fundadoras do Grupo Galpão morreu aos 84 anos. Ela estava internada desde 14 de dezembro, e a causa foi septicemia com falência múltipla dos órgãos, segundo a assessoria da companhia teatral. Neste domingo (28), morreu o ator belga-brasileiro Thierry Tremouroux aos 64 anos. A informação foi confirmada pela filha dele nas redes sociais e relatada por veículos de notícias, que citam o tratamento contra câncer que enfrentava. 

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Ao longo de 2025, cada uma dessas despedidas reforçou o impacto duradouro da arte, da cultura e da comunicação na vida do público. Mais do que nomes, o ano deixa lembranças, obras e histórias que seguem vivas na memória coletiva. 

Classificação Indicativa: Livre

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