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Deolane Bezerra, advogada, influenciadora digital e dona da plataforma de jogos Zero Um Bet, foi solta após a Justiça de Pernambuco conceder habeas corpus a ela e a outros 14 investigados, incluindo sua mãe, Solange. A decisão, tomada na noite de segunda-feira (23) pelo desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, responde à defesa de Darwin Henrique da Silva Filho, dono da Esportes da Sorte, e suspende a prisão preventiva dos acusados. As informações são do portal O Globo.
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Apesar da soltura, Deolane e os demais investigados precisarão cumprir diversas medidas cautelares. A influenciadora está proibida de fazer publicidade ou qualquer menção a plataformas de jogos de azar em suas redes sociais, além de ser impedida de frequentar empresas envolvidas nas investigações ou participar de suas decisões.
Diferente da decisão anterior, Deolane não será obrigada a usar tornozeleira eletrônica, nem está impedida completamente de usar suas redes sociais. Ela também não pode mudar de endereço ou se ausentar da Comarca de residência sem autorização judicial. Além disso, precisa comparecer à 12ª Vara Criminal da Capital em até 24 horas para assinar o Termo de Compromisso.
Essa não é a primeira vez que Deolane é liberada da prisão. Há cerca de duas semanas, a influenciadora havia sido solta, mas voltou a ser presa por descumprir medidas cautelares. Na ocasião, ao deixar o presídio, ela afirmou à imprensa: “Foi uma prisão criminosa”, enquanto atravessava uma multidão de apoiadores que a aguardavam.
A prisão de Deolane Bezerra e os demais investigados é parte das investigações sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro e práticas ilegais de jogos de azar, caso que também envolve figuras conhecidas do ramo, como Darwin Henrique da Silva Filho. Recentemente, o Ministério Público de Pernambuco havia apoiado a manutenção da prisão preventiva, argumentando que o poder econômico dos envolvidos poderia dificultar o andamento das investigações.
A juíza Andrea Calado da Cruz, responsável por uma decisão anterior que mantinha a prisão dos indiciados, destacou o risco de obstrução da justiça, mencionando que a capacidade financeira dos acusados poderia sustentar uma “vida de fuga”. Contudo, o Tribunal optou por liberar os suspeitos com a imposição das novas medidas cautelares.
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