Entretenimento
A edição do Fantástico deste domingo (11) foi marcada pela emoção da apresentadora Poliana Abritta, que não conseguiu segurar as lágrimas ao abordar a tragédia aérea em Vinhedo (SP), que chocou o país. O programa foi dedicado às 62 vítimas do acidente com o avião da Voepass, que ocorreu na última sexta-feira (9). Poliana, visivelmente abalada, enfrentou dificuldades ao anunciar uma reportagem sobre duas crianças que estavam a bordo.
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"Duas crianças estavam entre as vítimas", começou Poliana, já com a voz embargada e quase inaudível. "Liz [Ibba dos Santos] ia passar o Dia dos Pais em Florianópolis... Desculpa", disse ela, precisando respirar fundo antes de continuar. "E Joslan [Perez] estava com a mãe e a avó no caminho da Venezuela. Pai... País de origem da família. Desculpa", repetiu a apresentadora, claramente emocionada.
Com Maria Júlia Coutinho de folga, Poliana conduziu sozinha uma edição pesada do programa dominical da Globo, que apresentou as histórias de várias vítimas da tragédia, incluindo passageiros e tripulantes, além de pessoas que não embarcaram por pouco.
🚨AGORA: A apresentadora Poliana Abritta chorou durante as reportagens com os familiares das vítimas do avião que caiu em Vinhedo. #Fantástico pic.twitter.com/Nm52veiuHu
— Flaus (@flaauberto) August 12, 2024
Poliana não foi a única a se comover ao vivo com a tragédia. Outros jornalistas da Globo também se mostraram profundamente tocados pelo acidente. No sábado (10), Sabina Simonato, apresentadora do SP2, teve dificuldades para conter as lágrimas ao informar que todos os corpos já haviam sido retirados dos destroços do avião. Com uma expressão de pesar, Sabina agradeceu aos repórteres e encerrou o programa de forma silenciosa, exibindo imagens das vítimas nos telões. "Muito triste, né, gente, essa cobertura, a gente fica com a voz embargada", admitiu ela antes de finalizar o noticiário.
Na sexta-feira (9), César Tralli, da GloboNews, também compartilhou um momento pessoal durante a cobertura da tragédia. O jornalista perdeu a mãe, Edna Tralli, em um acidente aéreo em outubro de 2022, e relatou a dor que ainda sente. "É uma dor que não vai embora nunca, você aprende a conviver com a dor. Eu perdi uma mãe num acidente aéreo não tem nem dois anos, eu sei o que é isso", desabafou Tralli.
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