Entretenimento

Ary Mirelle revela desespero na hora do parto do segundo filho: “vou fazer o número dois em cima do menino”

Reprodução / Instagram
O segundo filho de João Gomes e Ary Mirelle nasceu de parto natural no último dia 7 de setembro  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Instagram
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 18/09/2025, às 18h41



A influenciadora Ary Mirelle compartilhou, nesta quinta-feira (18), seu relato de parto de Joaquim, seu segundo filho com João Gomes. Ela contou que precisou de ajuda para induzir o parto, porque havia um resquício da cerclagem uterina que tirou algumas semanas antes da chegada do pequeno, e ela impedia a passagem. 


"Vamos começar pelo dia que fui tirar a cerclagem com 36 semanas. Achei que fosse acontecer o que Aconteceu com o Jorge, que nasceu no mesmo dia em que tirei a cerclagem. Mas ainda ficou um nozinho. A gente esperou desfazer esse nozinho, mas não conseguiu tirar. A gente voltou para casa e ficou esperando. O tampão começou a sair, mas era só expectativa, porque ele não queria vir ainda. Chegou 40 semanas e, na madrugada do dia 6, minha bolsa estourou. Fui fazer xixi de madrugada e parecia um xixi infinito", relembrou. O nascimento do primogênito foi por parto cesárea, já o segundo nasceu de parto natural. 


Ao saber que a bolsa havia estourado, a influenciadora logo ligou para o marido, que estava em um compromisso profissional. Ela passou por induções e contou que as dores foram muito fortes, que a fizeram chutar as pessoas que estavam ao seu redor. 


"Coloquei uma fralda, fui dormir e no outro dia esperei o João chegar. Quando foi umas duas horas, a gente foi para o hospital. Cheguei com três a quatro centímetros de dilatação e aquele nozinho que tinha ficado da cerclagem precisou ser tirado, porque o menino não passava. Aí começou o meu sofrimento", explicou. 


"Pense na dor. Depois que tirou o nozinho, a gente foi para a indução com um balão, que fica ali na cabecinha do bebê, amolecendo o colo do útero. Ele é enchido com cateter e soro. Depois que ele solta... O meu soltou umas quatro horas da manhã já do dia 7, depois de muita contração e de muita dor. Eu já estava com oito centímetros. Depois de uma horinha, a gente foi para outra indução com ocitocina. Daí que o bicho pega. Foi dor. Descompensei total. Não teve foto plena, não. Fui chutando quem estivesse na minha frente. Era muita dor de verdade. Eu gritava e mandava o João calar a boca", detalhou.


Ela também contou que em um dos momentos de dor, foi levada ao banheiro, mas rapidamente voltou e pulou na maca. Medicada, ela dormiu por duas horas. Momentos depois, com nove centímetros de dilatação, Ary voltou a tentar outras alternativas do filho nascer. Depois disso, ela começou a sentir dor de barriga. 


"Eu falava: 'vou fazer o número dois em cima do menino. O menino está vindo e eu com vontade de fazer o número dois'. Mas não era vontade de fazer o número dois, era o menino vindo. A sensação é a mesma. Começou aquela hora maravilhosa do expulsivo, pensei que não fosse conseguir, mas o Joaquim nasceu de manhã lindo e saudável. Quando vieram colocá-lo em cima de mim, a sensação que eu tinha é que eu ia derrubá-lo de tão fraca que eu estava. Só pedia para tirá-lo de cima de mim.", contou. 


Questionada sobre um terceiro parto normal, ela confessou que apesar do sofrimento, optaria por não fazer cesariana. "Teria, sim, um parto normal, mas nem pensar agora. Vou colocar o DIU (Dispositivo Intrauterino), vou proteger, ficar quietinha e daqui a uns quatro ou cinco anos, agente pensa", enfatizou.


"Era o meu sonho ter o meu filho de parto normal. Eu queria cuidar dos meninos melhor e ia conseguir cuidar dos dois já que a recuperação é mais tranquila e mais rápida. Consegui não dar ouvido as coisas ruins que ouvi. Muita gente dizia que eu não ia conseguir ter e que era muito arriscado. Deu certo e consegui o parto normal após ter tido cesárea recente", celebrou.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp Google News Bnews


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)