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BOMBA! Suposta amante de Neymar é presa no interior de São Paulo; saiba o motivo

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Any Awuada, que disse ter se envolvido com Neymar, foi detida nesta quinta-feira (22)  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 22/05/2025, às 11h49



Meses após estampar os noticiários com uma polêmica envolvendo o nome de Neymar, a garota de programa Nayara Macedo, conhecida na web como Any Awuada, foi presa na manhã desta quinta-feira (22). Segundo informações divulgadas pela revista Quem, a prisão aconteceu na cidade de Mogi das Cruzes, no interior de São Paulo.

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De acordo com informações confirmadas junto à Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a criadora de conteúdo adulto é suspeita de integrar um esquema de falsificação de cosméticos e perfumes adulterados que eram vendidos nas redes sociais.

"As investigações tiveram início após uma mulher registrar boletim de ocorrência em agosto de 2023 relatando ter comprado perfumes importados pelo valor de R$ 857,90, mas, ao receber os produtos, constatou que eram falsificados. A perícia confirmou a presença de substâncias como metanol e etanol em concentrações fora dos padrões estabelecidos pela Anvisa, além da ausência de registro junto à agência reguladora", informou a SSP-SP.

Conforme a publicação, além de Any, também foram "presas temporariamente" outras duas mulheres, nesta quarta-feira (21), sendo uma também em Mogi das Cruzes e outra Biritiba-Mirim, outra cidade do interior paulista. Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos por equipes do 31º DP (Vila Carrão), com apoio de policiais do 21º DP (Vila Matilde), 30º DP (Tatuapé), 56º DP (Vila Alpina) e 58º DP (Vila Formosa).

Ainda segundo a SSP-SP, na operação foram apreendidos cosméticos de marcas conhecidas e um veículo Audi Q3 avaliado em aproximadamente R$ 150 mil. "As movimentações bancárias das investigadas também levantaram suspeitas: uma delas teria movimentado mais de R$ 1,2 milhão, enquanto as outras movimentaram R$ 600 mil e R$ 300 mil, respectivamente. As investigações seguem pelo 31º DP, que prossegue com diligências para reunir mais provas e esclarecer a extensão das atividades criminosas."

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