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Quem mora ou frequenta o Rio de Janeiro já sabe que um dos principais points de samba no momento são as unidades do Bar do Mumuzinho. No entanto, um dos espaços foi envolvido em uma grande polêmica depois que um grupo cobrou publicamente o cachê após uma apresentação no local.
Trata-se da banda Samba é Assim, que através das redes sociais, divulgou uma nota nesta quarta-feira (30), informando ainda não ter recebido o pagamento da apresentação feita no último dia 18, no bar localizado na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
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"O grupo Meu Samba é Assim vem a público informar que, até a presente data (30/07), não recebeu o pagamento referente à apresentação realizada no dia 18/07 no Bar do Mumuzinho. Reforçamos que buscamos resolver a situação de forma amigável e direta com o contratante, mas não obtivemos retorno nem solução até o momento. Prezamos pelo profissionalismo, respeito ao nosso trabalho e à nossa equipe. Esperamos que a situação seja regularizada quanto antes".
Por outro lado, o Bar do Mumuzinho destacou que as administrações das unidades são feitas de forma independente por uma empresa autônoma e sem nenhuma vínculo com o cantor. A nota enfatiza que Mumu não tem inteferência na operação interna e que apenas empresta o nome e imagem para o espaço.
"Estamos atuando com responsabilidade para que todas as pendências sejam regularizadas, mantendo seu compromisso com a ética, o respeito e a integridade nas relações com parceiros, artistas e clientes", diz parte da nota.
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Mumuzinho em briga judicial com a ex-mulher
O cantor Mumuzinho acionou a Justiça do Rio de Janeiro pedindo esclarecimentos sobre os gastos da pensão alimentícia de R$ 9 mil que paga mensalmente ao filho Kaik, de 13 anos. No processo, o cantor questiona se a pensão não estaria sendo utilizada para cobrir despesas da ex-companheira, Marize Villar Calheiros, e de seus outros dois filhos, que não têm vínculo com o artista. A informação foi divulgada pela coluna de Ancelmo Gois, do jornal O Globo.
Nos autos, Mumuzinho argumenta que o padrão de vida do filho não condiz com o valor desembolsado mensalmente e afirma arcar ainda com outras despesas extras, como plano de saúde, matrícula escolar, uniforme e material.
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