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Após tratar depressão, cantora baiana inicia nova fase na carreira: “Achei um tratamento que deu certo pra mim”

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A cantora baiana apresenta 'Outras Palavras', sua primeira música após um longo período afastada por conta da depressão  |   Bnews - Divulgação Reprodução Instagram @alinne
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 14/11/2025, às 10h00



A cantora baiana Alinne Rosa está de volta. Nesta sexta-feira (14), ela lançou Outras Palavras (B-A-H-I-A), primeira música de seu novo projeto musical e que marca o retorno aos palcos após um período em que reduziu o ritmo de trabalho para tratar a depressão

"Estou me sentindo começando de novo, com o entusiasmo do começo da carreira e isso é muito gostoso. Estou com frescor de novidades, de tudo", disse à Quem.


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A faixa é uma carta de amor à Bahia, com clima leve, violões e elementos percussivos que lembram tardes ensolaradas no Porto da Barra e a energia do Carnaval. “Outras Palavras é minha maneira de dizer o quanto esse lugar me inspira todos os dias. Fiz a letra com todo o coração, movida pelo meu amor à Bahia”, contou a cantora, de 43 anos. 

O álbum, que terá 10 músicas, divididas entre uma parte mais leve e outra mais carnavalesca, é, segundo ela, um dos trabalhos mais especiais da carreira. “Acredito que seja o mais bonito que eu venha a fazer, porque estou colocando meu sentimento, meu coração, toda minha sensibilidade e toda minha vontade como nunca”, disse. Uma das faixas foi inspirada no ator baiano Wagner Moura. 

“A depressão congela a gente” 

Alinne explicou que viveu um período difícil nos últimos anos, marcado por isolamento e falta de energia até para atividades básicas. 

"Eu não conseguia produzir muita coisa, não conseguia estar em muitos lugares ou dar entrevistas. A depressão realmente congela a gente. De alguma forma bloqueia você de viver", relatou. 

A cantora afirma que encontrou um tratamento que funcionou após várias tentativas. 

"Tive um reencontro comigo mesmo, a descoberta de que eu podia viver de novo. Eu estava vivendo sem esperança. Passei por terapias e tratamentos, mas nem sempre dá certo. E dessa vez achei um tratamento que deu certo para mim." 

Ela aproveitou para deixar um recado a quem enfrenta o mesmo problema: 

"Digo a quem precisa que procure ajuda médica, psiquiátrica, de um terapeuta. Minha indicação é essa. Porque, de fato, foi o que me fez voltar a viver e a ver as cores, sentir os sabores e tudo mais. Não tem mágica. É tratamento mesmo." 

Classificação Indicativa: Livre

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