Entretenimento
por Juliana Barbosa
Publicado em 29/10/2024, às 07h21 - Atualizado às 07h22
A ausência de Vini Jr. no prêmio Bola de Ouro 2024, que elegeu Rodri, do Manchester City, como melhor jogador do mundo, não passou despercebida entre os fãs – e nem para Ludmilla. A cantora foi às redes sociais nesta segunda-feira (28) para apoiar o jogador brasileiro, insinuando que sua exclusão teve influências raciais.
“Vini, pra mim e pra todos que te amam, você é e sempre será campeão. Nós sabemos bem o que é ter que lutar e se entregar 10x mais quando o assunto é nosso trabalho. Te amo e nunca vou deixar você esquecer o quão grande você é!”, escreveu a artista, marcando posição diante da decisão do Real Madrid de boicotar a cerimônia em Paris.
Vini, pra mim e pra todos que te amam, você é e sempre será campeão. Nós sabemos bem o que é ter que lutar e se entregar 10x mais quando o assunto é nosso trabalho. Te amo e nunca vou deixar você esquecer o quão grande você é! ❤️ @vinijr
— LUDMILLA (@Ludmilla) October 28, 2024
A postagem de Ludmilla no X, antigo Twitter, rapidamente ganhou repercussão entre fãs do jogador e da cantora, que apoiaram a crítica: “Ele é, e sempre será foda! Não importa uma Bola de Ouro se pra nós brasileiros ele é o nosso diamante”, disse um seguidor. Outro comentou: “Os caras foram racistas em nível institucional. Ele sabe que é o melhor, o mundo sabe que ele é o melhor. Não precisa do carimbo de um instituto que já se mostrou injusto em outras oportunidades”.
Por outro lado, alguns internautas criticaram o apoio de Ludmilla, chamando a reação de exagero. “Se fosse assim acho que o Pelé não seria considerado o melhor do mundo. Mi-mi-mi sim”, afirmou uma usuária no Instagram. Outra acrescentou: “Começou a guerra de narrativas de quem não acompanha futebol”.
O Real Madrid, firme na decisão de apoiar Vini Jr., não enviou representantes ao evento, alegando que o brasileiro foi injustamente excluído da premiação, que já não consagra um jogador do Brasil desde 2007, quando Kaká levou o título. Vini Jr., único brasileiro indicado este ano, teve apoio expressivo do público: em uma votação popular do jornal francês L’Équipe, ele liderou com mais de 40% dos votos. No entanto, o júri oficial, formado por jornalistas de cem países, elegeu Rodri.
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