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Casamento em Salvador e shows na Bahia aparecem em polêmica sobre cachê de R$ 300 mil de Padre Fábio de Melo

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Reportagem da revista Piauí aponta presença do religioso em casamentos de personalidades e menciona valores elevados; padre nega cobrança por cerimônias religiosas  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 16/03/2026, às 09h09



O nome do padre e cantor Fábio de Melo foi envolvido em uma polêmica após uma reportagem da revista Piauí trazer à tona bastidores envolvendo sua participação em casamentos de figuras conhecidas. Segundo a publicação, o religioso costuma celebrar poucas uniões, geralmente envolvendo pessoas da alta sociedade, e rumores apontariam valores que poderiam chegar a R$ 300 mil.

A informação, no entanto, foi contestada pelo próprio sacerdote. Em entrevista à revista, Fábio de Melo afirmou que não cobra para realizar celebrações religiosas, como casamentos, batizados, missas ou confissões.

Entre os eventos mencionados está o casamento da apresentadora Sabrina Sato com o ator Nicolas Prattes, realizado em janeiro do ano passado no interior de São Paulo. Na ocasião, o padre participou da cerimônia que reuniu convidados do meio artístico.

Outro evento citado ocorreu em Salvador, em novembro, quando ele esteve presente na troca de alianças entre a confeiteira Priscilla Diniz e o empresário Joca Abreu Neto. Durante a festa, o religioso chegou a cantar o clássico do axé Mal Acostumado ao lado de Tatau, vocalista da banda Ara Ketu.

Padre diz que estava como convidado

Sobre esse episódio, Fábio de Melo afirmou à Piauí que não atuou como sacerdote na cerimônia, mas sim como convidado da família. Segundo ele, o evento não se tratava de uma celebração religiosa oficial, e sua presença ocorreu apenas por proximidade com os noivos.

O padre também negou qualquer tipo de cobrança para realizar ritos religiosos. “Nunca cobro por casamentos, batizados, missas ou confissões”, declarou à publicação.

Cachês por apresentações

Apesar disso, a reportagem destaca que o religioso cobra cachês por apresentações musicais realizadas em diferentes cidades do país — prática comum entre artistas.

Entre os compromissos mencionados estão participações em festas e eventos promovidos por prefeituras. Em junho do ano passado, por exemplo, ele foi uma das principais atrações das comemorações de Corpus Christi em Capanema, no Pará, com cachê citado de cerca de R$ 300 mil.

O padre também teria participado de festas juninas em cidades do interior da Bahia, como Quijingue e Nordestina, com valores semelhantes.

Atuação além da igreja

Atualmente, Fábio de Melo não está à frente de uma paróquia fixa. Ele mantém agenda de eventos religiosos e participa do programa Direção Espiritual, exibido pela Canção Nova.

Além da atuação como sacerdote, o religioso também construiu uma carreira consolidada na música e nas redes sociais, onde reúne milhões de seguidores e costuma compartilhar reflexões sobre fé, comportamento e espiritualidade.

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