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“Cinema substituiu o futebol na alma dos brasileiros”, dispara produtor de 'Ainda Estou Aqui' após sucesso no Oscar

Divulgação / Vitrine Filmes - Lucas Figueiredo / CBF
Rodrigo Teixeira afirma que o cinema está se tornando central na identidade cultural do Brasil, superando até o futebol  |   Bnews - Divulgação Divulgação / Vitrine Filmes - Lucas Figueiredo / CBF
Cauan Borges

por Cauan Borges

cauan.borges@bnews.com.br

Publicado em 20/02/2026, às 16h10 - Atualizado às 16h28



O crescimento do Brasil como potência cultural no cinema e no entretenimento foi pauta em publicação da revista The New Yorker, nesta sexta-feira (20). O especial aborda o avanço da indústria audiovisual brasileira e o fortalecimento da cultura de fãs, que vem ganhando relevância inclusive em premiações como o Oscar.

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Em entrevista ao veículo, o produtor Rodrigo Teixeira, responsável pelo longa-metragem ganhador do reluzente de ouro, “Ainda Estou Aqui", avaliou que o cinema tem ocupado um espaço cada vez mais central na identidade cultural do país.

O cinema está substituindo o futebol na alma dos brasileiros, e isso é lindo. É um momento de orgulho. O Brasil é bom em alguma coisa. Não somos mais ruins. Somos bons em filmes. Somos bons em arte, e estamos ganhando!”, declarou.

Além do sucesso da produção de Walter Salles, o filme “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado pelo baiano Wagner Moura, foi indicado ao Oscar 2026 em quatro categorias principais: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator e Melhor Direção de Elenco.

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