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Códigos do Swing: Conheça os símbolos secretos usados por casais liberais para se comunicar

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Descubra como casais adeptos do swing utilizam símbolos para se comunicar discretamente  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Freepik
Redação Bnews

por Redação Bnews

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Publicado em 20/01/2025, às 09h52



Casais ligados às práticas de swing costumam usar símbolos como códigos para se comunicar com outras pessoas e casais liberais. Alguns desses simbolismos começaram a se popularizar no Brasil após serem divulgados nas redes sociais. Entre eles estão o abacaxi invertido, um balanço em fundo vermelho e o ás de espadas.

No TikTok, uma senhora americana publicou um vídeo onde, por engano, colocou um abacaxi na porta de seu quarto durante um cruzeiro no ano passado. Ela foi alertada pelos seguidores sobre o que a fruta poderia significar. Foi então que a fofoca nas redes sociais revelou algo inédito para muita gente.

Os símbolos usados entre os praticantes aparecem em acessórios, tatuagens e até semijoias, como as produzidas por Rosane Gonçalves e seu marido, que são adeptos da prática e contaram ao jornal O Globo sobre o uso desses códigos. “As pessoas querem algo discreto para ajudar no flerte. É uma forma de dizer que você é do meio sem usar as palavras”, conta Rosane.

“É um jeito de mostrar comprometimento. Querem se diferenciar de pessoas que entram nesses ambientes apenas pela ‘zoeira’”, afirma Mayumi Sato, diretora da rede social liberal Sexlog.

Entenda os códigos
O abacaxi – Com origem incerta, e popular na Europa e nos Estados Unidos, o abacaxi invertido ganhou os fóruns digitais nos anos 2000. Ao viralizar nas redes sociais, passou a ser visto em janelas de casas, portas de quartos de hotel e postagens de casais que querem sinalizar que estão abertos às práticas.

O balanço – A menção ao objeto sinaliza a liberdade e o equilíbrio nas relações, aparecendo em tatuagens e adesivos de carros.

O ás de espadas – Com uma letra "Q" grafada no meio do desenho, é amplamente utilizado pelas esposas que mantêm relações sexuais com outros homens com o conhecimento de seus parceiros.

Para Clotilde Perez, professora de semiótica da Escola de Comunicações e Artes da USP, "a sexualidade se alimenta da fantasia", tornando agradável o uso de um código que poucos irão entender o significado.

“Quanto mais velado, mais sedutor. E, por se tratar de figuras e não palavras, esses símbolos ficam ainda mais potentes, já que atravessam os idiomas”, diz ela.

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