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Coleção completa da ‘Playboy’ é anunciada por valor exorbitante; saiba quanto

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Produção completaria 50 anos em 2025, se não fosse tirada de circulação em 2017  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Divulgação
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 11/11/2024, às 15h22



Se não tivesse sido extinta em 2017, a revista Playboy completaria 50 anos de existência no Brasil em 2025. A produção, que por muitas vezes despiu diversas celebridades, continua viva na memória dos colecionadores, fazendo com que os sebos físicos e virtuais continuem vendendo exemplares. Agora, está sendo divulgada na web uma coleção completa da PlayBoy brasileira, da primeira à última edição pelo valor de R$ 73 mil. As informações são do EXTRA. 


Lucas Hit, dono do sebo, que também é colecionador, explicou a razão pelo preço cobrado. "Esse lote tem 551 'Playboys' regulares, 264 revistas de edições especiais e outros itens como suplementos, livros e raridades. São no total 915 itens", disse. 


Entre as musas mais procuradas da revista, que chegou a se chamar ‘Homem’ na sua primeira edição, estão Xuxa, Sônia Braga, Claudia Ohana, Luciana Vendramini, Mara Maravilha e Tiazinha. A "Playboy" que traz a Rainha dos Baixinhos na capa, publicada em dezembro de 1982, é a mais valiosa. Seu preço varia de R$900 a R$2 mil, dependendo do estado de conservação.


“A Sonia Braga, em setembro de 1984, teve uma capa alternativa da sua 'Playboy' que foi publicada apenas no estado do Rio de Janeiro. Em boas condições, vale R$ 350. A primeira edição da revista, de agosto de 1975, também é muito rara de se encontrar, pelo tempo e pela tiragem na época que foi bem pequena. Vale em média R$500", afirma Lucas.


Outro delírio dos colecionadores é a edição com a “xuxete" Luciana Vendramini na capa. Uma revista em bom estado de conservação é uma raridade.


"No final de 1987, quando essa revista foi publicada, a impressão não era das melhores. Muitos colecionadores contam que a cola da revista (e algumas outras edições desse período), que segura a lombada, fica seca com o tempo e a revista quebra no meio. Um drama para os colecionadores mais 'chatos'", conta Lucas.

Classificação Indicativa: Livre

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