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Há quem diga que o Axé Music já é um ritmo ultrapassado, mesmo sendo a grande referência da música baiana mundo afora. Seja por falta de renovação dos artistas ou até mesmo por não conquistar mais grandes prêmios como nos anos 90 e 2000, o gênero passou a ser visto como por muitos como apenas "música de Carnaval".
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No entanto, uma das principais artistas e defensora do ritmo, Daniela Mercury, nega que o Axé, que completa 40 anos em 2025, esteja ultrapassado. Em entrevista à Band, na Festa de 10 anos do Spotify, a eleita Rainha do Axé garantiu que o segmento segue vivo e com produção ativa.
"O axé virou tudo que a gente produz na Bahia para dançar. A gente é especialista nisso no mundo, vamos sempre ser um polo de produção de cultura, arte, dança. Os artistas de outras linguagens estão indo pras nossas festas", disse. "Estamos vivos, produzindo e apontando para o futuro", completou.
Considerada uma das cantoras de maior sucesso da música brasileira, Daniela não esconde a satisfação pelo reconhecimento ao longo dos mais de 30 anos de carreira. "Eu tenho uma carreira de muitos anos, shows, e eu sempre fiquei muito curiosa sobre o que ficou na memória, afeto. O corpo a corpo faz muita diferença. Quando eu lancei e vendi 20 milhões de discos, é gostoso, mas muito mais é saber que você tem uma base de pessoas que te escutam e gostam do que você faz", concluiu ao exemplificar a trajetória pela discografia com 19 CDs e sete DVDs.
Classificação Indicativa: Livre
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