Esporte
O ex-jogador de futebol, que tem passagem pelo Vitória, Edilson Capetinha, não passou pano para o Brasil após a eliminação vexatória na Copa do Mundo. Em uma entrevista, o ex-atacante comparou épocas (2002-2026) detonou a atual geração da seleção brasileira. Segundo ele, muita coisa era diferente na sua época.
É a formação da gente que tá precária. A gente não consegue formar mais jogadores de nível para jogar na seleção brasileira [...] Nós estávamos indo jogar uma Copa do Mundo. É muito glamour, muita mulher, muita esposa. Eu sei que todo mundo quer estar ao lado da esposa, mas gente, mas gente, é uma Copa do Mundo, é um mês. Pode se dedicar um pouco mais, pode ficar um pouco mais concentrado, todo mundo junto”, iniciou.
“A Copa de 2002 a gente ganhou porque nem telefone a gente tinha. A gente não tinha. Tinha um telefone só [...] que a gente pegava emprestado para ver como que estava a família. Gente, folga... A gente tinha 4h de folga na Copa do Mundo de 2002. [...] O máximo que a gente conseguia fazer era ir jantar em um lugar diferente. Agora os caras tem, em uma Copa do Mundo, dois dias para poder jogar. Gente, a Copa do Mundo não é brincadeira. É o maior torneio esportivo do mundo, que você precisa estar preparado, precisar estar fisicamente bem, tecnicamente e psicologicamente bem para você poder encarar uma Copa do Mundo”, concluiu Edilson.
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