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Na última quarta-feira (18), o atacante Jô foi parar mais uma vez atrás das grades sob acusação de não pagamento de pensão alimentícia de um dos filhos. A determinação da prisão foi feita pela juíza Camilli Queiroz da Silva Gonçalves, da jurisdição de Itagibá, no interior da Bahia, mas após um erro sistêmico.
Pelo menos é o que garante o próprio jogador Itabirito, do interior de Minas Gerais. Depois de ser liberado da cadeia, nesta quinta-feira (19), o atleta se pronunciou pela primeira vez sobre o caso. Em nota enviada à imprensa, que foi parcialmente divulgada posteriormente em seu perfil oficial do Instagram, através dos stories, ele deu a entender que acabou sendo preso por engano.
"Em relação às matérias veiculadas sobre mim, esclareço que a condução em questão decorreu de um mal-entendido causado por um erro sistêmico, associado à falta de integração entre os sistemas do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) e do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). Após a identificação e correção do problema, o alvará de soltura foi prontamente expedido pela Juíza da jurisdição plena de Itagibá (TJBA) e confirmado pelo Juiz de Plantão da Comarca de Contagem. Apesar dos entraves burocráticos e administrativos enfrentados devido à incomunicabilidade entre os sistemas, a situação já foi completamente solucionada”.

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