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Dado Dolabella diz que mulheres têm vantagem na Justiça ao falar de suposta agressão contra Luana Piovani; assista

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Dado Dolabella e Luana Piovani tiveram um relacionamento polêmico entre anos de 2006 e 2008  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 11/04/2025, às 11h09



Apesar de já ter quase 20 anos, as polêmicas do relacionamento entre Dado Dolabella e Luana Piovani, que ficaram juntos de 2006 a 2008, ainda geram debate e troca de alfinetadas. Recentemente, a atriz teve uma vitória judicial contra o ex-namorado depois de ter sido processada por ele após um desabafo onde o chamou de "criminoso".

O termo foi usado pela loira ao reforçar as acusações de agressão, que diz ter sofrido na época do relacionamento. Agora, em entrevista o canal da Veja no YouTube, o ator voltou a rebater as acusações ao descrever que a intenção de Luana é buscar sua condenação social diante do insucesso dos seus processos.

“Ela não conseguiu ganhar uma instância, não conseguiu provar nada do que ela diz. Então, assim, como ela não conseguiu o que ela queria, que era a condenação judicial, ela tenta, até hoje, uma condenação social, já tem quase 20 anos e até hoje ela fala disso, fica lembrando, remoendo”, declarou.

Em desabafo, Dado afirmou que se nega a viver como um condenado já que não houve decisão da Justiça. “Eu quero viver, eu tenho uma família, tenho três filhos. Não posso viver por causa de um problema, para o resto da vida, como se eu fosse um criminoso, se nem a Justiça me condenou. Então como vou ser um condenado?”, questionou.

Ainda durante a entrevista, o campeão da 1ª edição de 'A Fazenda' criticou o sistema judiciário e afirmou que as mulheres têm vantagem ao acusar homens de agressão.

“É isso que eu vejo que hoje a gente tem um mundo que está complicado de você viver, porque às vezes uma situação dessas, em que houve julgamento, e mesmo assim, a pessoa por ter um gênero específico, a voz dela tem comprovação probatório no quesito social, independentemente se a Justiça condenou ou não, hoje se o gênero feminino fala alguma coisa, já é o suficiente.”

Ele ainda citou a prisão em 2008, por não pagamento de pensão alimentícia, para justificar a desigualdade no tratamento. “Quando lá atrás fui preso por causa da pensão, hoje (isso) é um problema no Brasil… Quando o homem, o pai, entra com um pedido revisional da pensão, existe morosidade na Justiça, que dura anos para ser julgado na questão do alimento. Existe a vara da execução, que vai mais rápido… Aí quando a mulher entra com pedido de execução de sentença, porque não quer receber o valor previamente estipulado na Justiça, a prisão vai mais rápido do que a revisão. É injusto, mesmo eu comprovando tudo (a condição financeira da época). Foi o que acarretou na minha prisão.”

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