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A briga de Dado Dolabella e Luana Piovani na Justiça ganhou mais um capítulo. A atriz, que diz ter sido vítima de agressão por parte do ex-namorado, teve mais uma vitória no processo em que foi alvo devido a uma declaração contra o ator em janeiro do ano passado.
Na época em que Wanessa Camargo foi anunciada para o BBB 24, a cantora tinha um relacionamento com Dolabella, o que motivou um desabafo de Luana.
"Wanessa é muito querida, batalhadora, estudiosa e dona do seu destino, não está lá sozinha, mas com a sombra de um criminoso ao lado dela. Se você acha que tudo bem se relacionar com um cara que já agrediu quatro mulheres, parabéns, é uma escolha sua. Mas de novo o Brasil todo passar pano para um criminoso é problema nosso", declarou a loira na época.
Luana Piovani relembra agressões de Dado Dolabella e diz que participação de Wanessa no #BBB24 está dando visibilidade para ele:
— BCharts (@bchartsnet) January 11, 2024
“Ela tá lá e ela tá levando com ela o namorado dela que é um agressor. Não importa se ele come carne ou não come carne. Porque ele culpa o sangue, ele… pic.twitter.com/zT8AW9s7Ww
Seis meses depois do vídeo viralizar nas redes sociais, Dado entrou na Justiça contra a ex-namorada alegando que as informações a seu respeito eram mentirosas e acusou Luana de misandria —quando uma mulher pratica crimes de ódio e preconceito contra homens. Além disso, a advogada do ator classificou Piovani como "obcecada" e minimizou a agressão sofrida pela atriz sob argumento de que teria ocorrido há 20 anos.
Em primeira instância, o caso avaliado pelo juiz Carlos Eduardo Lora Franco, da 3ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de SP, que deu um "puxão de orelha" no ator. Na decisão, o magistrado afirmou que Luana não pode ser silenciada e tem o direito de chamá-lo de criminoso por ter sido vítima de violência doméstica no período do relacionamento entre 2005 e 2007.
Descontente com o resultado, Dado voltou a acionar a Justiça sem apresentar provas suficiente para incriminar a ex-namorada e sofreu nova derrota em segunda instância. Segundo informações divulgadas pelo portal Uol, que teve acesso ao processo, o novo pedido foi apreciado pelo Ministério Público de São Paulo. No relatório encaminhado à 9ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, os três desembargadores votaram como improcedente no último dia 20 de março.
Procurada pela reportagem, a advogada Fernanda Tripode, que defende Dado Dolabella, alegou que o juiz da primeira instância e os desembargadores da segunda instância cometeram um erro no julgamento. Ela deve recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ), o que foi não chegou a ser confirmado. A defesa de Luana Piovani também foi procurada, mas não se pronunciou sobre o caso.
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Tiago Di Araújo
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