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De amizade com Margareth Menezes a torcedor do Esquadrão: saiba as ligações de Jimmy Cliff com a Bahia

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Jimmy Cliff, que viveu momentos marcantes na Bahia, deixa uma filha artista e uma história de amor pelo Brasil  |   Bnews - Divulgação Foto: Reprodução / redes sociais
Natane Ramos

por Natane Ramos

Publicado em 24/11/2025, às 19h24



O ícone do reggae, Jimmy Cliff, faleceu nesta segunda-feira (24), e deixou um legado que atravessou gerações. O artista tinha uma ligação impressionante com a Bahia, desde que viveu na capital baiana. 

Jimmy realizou várias visitas a Salvador na década de 80, quando conheceu sua ex-companheira, a artista plástica brasileira Sônia Gomes por meio de Margareth Menezes, e com ela teve sua filha, Nabiyah Be, que foi nascida e criada da capital baiana.

O jamaicano possui uma ligação com Gilberto Gil, com quem chamou para abrir seu show em Salvador, lotando o estádio com a junção das lendas da música. A apresentação se estendeu para outros locais como Recife, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Jimmy retornou a Salvador em 1990 para o Festival de Música e Arte Olodum (Femadum), logo após surgir no Carnaval com uma camisa do Bahia, em 1991. O músico chegou a assistir a um jogo na Fonte Nova, no clássico Ba-Vi.

O Esporte Clube Bahia chegou a lamentar a morte do artista por meio das redes sociais. "Com grande pesar, o Esquadrão lamenta o falecimento do jamaicano-tricolor Jimmy Cliff, um dos maiores reggaemans da história, que abraçou nosso clube após inúmeras vindas a Salvador. Pai da cantora baiana Nabiyah Be, homenageada pelo Bahêa na campanha #BahiaDasArtes em agosto. Descanse em paz, mestre", declarou.

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