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A Justiça do Rio de Janeiro condenou o corretor Marco Antonio Pinheiro Loureiro por difamação contra o ator Bruno Gagliasso. A pena fixada foi de seis meses e nove dias de prisão, substituída por prestação de serviços comunitários, além de multa de cerca de R$ 9 mil. A decisão cabe recurso. As informações são do portal Folha de São Paulo.
A sentença foi assinada pelo juiz Leonardo Grandmasson Ferreira Chaves, que entendeu que entrevistas concedidas pelo corretor a programas de TV atribuíram ao ator comportamento desonesto, com potencial de dano à sua imagem pública.
As declarações tratavam de uma suposta comissão não paga na venda de um imóvel no Itanhangá, negociado por Gagliasso com o jogador Paolo Guerrero. O corretor afirmava ter intermediado o negócio, o que foi negado pelo ator.
No processo, Marco Loureiro admitiu que não tinha contrato de exclusividade e que não realizou visitas ao imóvel. Ainda assim, sustentou que teria iniciado as tratativas da venda. Ele declarou que as entrevistas foram um "ato de desespero" e que sua intenção era "pressionar o comprador [Guerrero], e não difamar o querelante [Bruno]."
Para o magistrado, a divulgação das falas em emissora de grande alcance agravou a conduta. “Mostrando-se capazes de causar prejuízo real à sua honra objetiva”, afirmou na decisão, ao aplicar a majorante prevista no Código Penal.
Bruno Gagliasso foi representado pelos advogados José Luis Oliveira Lima e Millena Galdino.
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