Entretenimento
por Andreza Oliveira
Publicado em 19/08/2026, às 12h20
A equipe jurídica de MC Livinho quebrou o silêncio sobre a ação judicial na qual o artista esteve envolvido por causa de um acidente envolvendo uma motocicleta em uma academia de São Paulo. Por meio de nota, enviada à coluna Fábia Oliveira, do site Metrópoles, o advogado José Estevam Macedo Lima disse que, até o momento, não existem elementos que permitam responsabilizá-lo pela situação.
Ainda conforme a defesa, o veículo utilizado pelo funkeiro estava estacionado em local adequado e pediu cautela antes de qualquer conclusão sobre o caso. “A defesa de MC Livinho, representada pelo advogado Dr. José Estevam Macedo Lima, esclarece que a motoneta utilizada pelo artista estava regularmente estacionada nas dependências da academia, em vaga destinada a esse tipo de veículo”, diz o texto.
O advogado ainda destacou que a defesa confia que a análise das provas pode esclarecer o episódio. “Até o presente momento, não há qualquer elemento que permita atribuir ao artista responsabilidade pelo episódio em apuração. A defesa confia que a análise adequada dos fatos e das provas esclarecerá as circunstâncias do ocorrido e demonstrará que MC Livinho não contribuiu para o evento relatado”, pontuou.
A defesa ainda pediu que o caso não seja transformado em julgamento público antes que as apurações sejam concluídas. “É fundamental que qualquer manifestação pública sobre o caso respeite o andamento das apurações e evite conclusões antecipadas, especialmente enquanto não houver esclarecimento definitivo sobre os fatos”, disse.
Antes de concluir, a defesa acrescentou que pode adotar medidas jurídicas caso informações falsas ou indevidas sejam divulgadas. “A defesa repudia a divulgação de informações sem a devida contextualização, bem como qualquer tentativa de transformar uma situação ainda em apuração em julgamento público ou imputação antecipada de responsabilidade”, continuou.
“Por fim, reafirma seu compromisso com a verdade, com o devido processo legal e com a preservação da honra e da imagem de seu cliente. Eventuais informações falsas, excessos ou imputações indevidas poderão resultar na adoção das medidas jurídicas cabíveis”, encerrou.
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Entenda a confusão
Ainda de acordo com o Metrópoles, a ação foi movida por Ronet dos Santos Silva e Gustavo Henrique Silva no dia 12 de agosto. De acordo com os autos, no dia 9 de junho, Gustavo conduziu um veículo de Ronet até uma academia paulista e o estacionou no local. Segundo eles, uma motocicleta usada por Livinho teria deslizado e atingido o carro, provocando danos na lataria.
Os homens dizem que funcionários da academia constataram qu ea motocicleta teria “escapado” depois de ter sido deixada desengatada, o que classificaram como um ato de “flagrante imprudência”.
Os autores do processo ainda afirmaram que aconteceu uma troca de contatos e compartilhamento das imagens das câmeras de segurança, mas uma solução amigável para o pagamento dos reparos não foi encontrada.
Além do cantor, a ação ainda menciona a Academia Panobianco Tremembé e a Diamond Publisher, apontada no processo como proprietária da motocicleta.
Os homens solicitam que os três réus sejam condenados solidariamente ao pagamento de danos materiais e morais que, somados, totalizam R$ 5,7 mil.
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