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O som do axé está perto de ganhar um dia só dele no calendário oficial do Brasil. O Senado aprovou nesta quarta-feira (2) um projeto de lei que cria o Dia Nacional da Axé-Music, a ser comemorado todo 17 de fevereiro. Agora, a proposta segue para a sanção do presidente da República. As informações são da Agência Senado.
A ideia é da deputada baiana Lídice da Mata (PSB-BA), com apoio da senadora Augusta Brito (PT-CE). A data escolhida relembra um domingo de Carnaval de 1985, quando o axé começou a ganhar as ruas de Salvador e se espalhou pelo país com nomes como Ivete Sangalo, Luiz Caldas, Daniela Mercury, Chiclete com Banana, Netinho e tantos outros.
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Durante a reunião que aprovou o projeto, o senador Paulo Paim (PT-RS) leu o parecer que destacou a importância cultural e econômica do axé, especialmente na Bahia. “Mais do que entretenimento, o gênero expressa valores de resistência, celebração e coletividade”, disse a relatora Augusta Brito.
Ela lembrou que só no Carnaval de 2024, Salvador movimentou cerca de R$ 2 bilhões e gerou mais de 60 mil empregos temporários, segundo a prefeitura da capital baiana. A ocupação dos hotéis passou de 95%.
O texto também ressalta que a palavra “axé” vem da língua iorubá e significa força, energia vital ou poder sagrado, usada em religiões de matriz africana. Ou seja, o axé é muito mais que música — é cultura, é identidade, é raiz do povo.
Agora, a decisão está nas mãos do presidente. Se ele aprovar, o Dia da Axé-Music vai entrar oficialmente no calendário nacional.
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