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Em depoimento em CPI, MC Poze diz que recuperou carro rápido por ser 'foda' e 'fenomenal'

Thiago Lontra/ Alerj
Cantor foi convocado a participar da Comissão Parlamentar de Inquérito na Alerj  |   Bnews - Divulgação Thiago Lontra/ Alerj
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 20/10/2025, às 15h57



Após recuperar carro de luxo roubado no dia 19 de setembro no Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, em poucas horas, o cantor Marlon Brendon Coelho Couto da Silva, MC Poze, foi convocado para depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Câmeras da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) nesta segunda-feira (20).

Ao responder um questionamento do deputado Alexandre Knoploch (PL), presidente da CPI, sobre a recuperação do automóvel tão rápido ele afirmou: "Meu carro apareceu porque eu sou o Poze do Rodo. Eu me acho uma pessoa foda, fenomenal".

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"Eu sou mundialmente muito reconhecido. Tenho um Instagram com 16 milhões de pessoas e, por dia, mais de quatro milhões de pessoas me assistem nos stories todos os dias. Então, é óbvio, que quem me roubou, após ver toda a repercussão, não ficaria com o carro roubado. O carro é vermelho por dentro e por fora, é todo personalizado, tem meu nome nos bancos. Para mim, é obvio que, depois que eu postasse, ele iria aparecer. E ele não foi recuperado, foi largado. É meio óbvio ter sido devolvido, porque eu sou gigante", acrescentou o funkeiro

MC Poze também criticou o deputado que fez a pergunta porque o parlamentar já o chamou de "marginal" nas redes sociais.

"Muitas pessoas gostam disso (da fama dele), e muitas pessoas discordam, inclusive o senhor, que deixou nítido nas redes sociais que eu sou um marginal. Então, eu acho que não tem porque eu ficar dialogando com uma pessoa que me acha uma coisa que eu não sou. O senhor sabe da minha profissão real, sabe que fui preso e que me soltaram porque não conseguiram provar nada. Eu sou artista, pai de cinco filhos", pontuou.

Em resposta, Knoploch confirmou que chamou o cantor de marginal e justificou o adjetivo devido a letras de músicas do artista:

"Eu não retiro o que disse. Músicas cantadas pelo senhor fazem apologia ao crime. Vivemos numa sociedade democrática, tem gente que gosta de funk, outras que gostam de gospel, mas eu acho que o que o senhor canta incentiva o crime. Admiro o senhor vir aqui falar o que o senhor tem vontade de falar, eu gosto de pessoa que é homem, chega e falar o que tem que falar e pronto. O caso do senhor (o roubo do Land Rover) aconteceu no momento temporal da CPI, por isso você foi chamado", afirmou o parlamentar que permaneceu na Alerj durante 28 minutos e esteve acompanhado da sua advogada

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