Entretenimento

Escrita em 1704, carta de Isaac Newton aponta o ano do 'fim do mundo'; saiba qual

Foto: Reprodução/Wikipedia; Jerusalem's Hebrew University
Famoso por suas contribuições científicas, Newton também previu o fim do mundo baseado em textos bíblicos e suas interpretações.  |   Bnews - Divulgação Foto: Reprodução/Wikipedia; Jerusalem's Hebrew University
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 15/02/2025, às 07h29



O fim está próximo! Ao menos é o que previu o famoso matemático, físico, astrônomo, teólogo Isaac Newton (1642-1727), mais conhecido por estabelecer a lei da gravidade. De acordo com uma carta escrita em 1704, o mundo como nós o conhecemos deixaria de existir no ano de 2060. As informações são do portal Extra.

De acordo com os rabiscos do século XVIII, baseadas em extensos textos bíblicos o mundo estaria reiniciando em 35 anos após pragas, guerras e “a ruína das nações perversas”.

As teorias de Newton sobre o Armagedom afirmam que Jesus Cristo e os santos então retornariam para estabelecer um reino global de paz de 1.000 anos na Terra — uma teoria que o cientista interpretou usando datas listadas no Livro de Daniel da Bíblia para calcular o apocalipse.

De acordo com Stephen D. Snobelen, professor da Universidade do King's College em Halifax, assegura que "para Newton, não havia barreira impermeável entre a religião e o que hoje chamamos de ciência".

"Pode acabar mais tarde, mas não vejo razão para acabar mais cedo", diz a carta do juízo final de Newton escrita com a intenção de "pôr fim às conjecturas precipitadas de homens fantasiosos que frequentemente preveem o tempo do fim e, ao fazer isso, desacreditam as profecias sagradas sempre que suas previsões falham".

Snobelen, um professor de História da Ciência e Tecnologia, afirmou que a teoria de Newton previa um novo começo de uma nova era. A profecia bíblica pede que os judeus retornem a Israel e reconstruam o Templo antes da segunda vinda de Cristo.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp Google News Bnews


Cadastre-se na Newsletter do Bnews (Beta)