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Ex-produtor faz acusações graves contra viúva de Gal Costa no aniversário de três anos da morte da cantora: “Destruiu vidas em vida”

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Gabriel Fischmann, ex-produtor de Gal Costa, denuncia Wilma Petrillo em post nas redes sociais no aniversário de sua morte.  |   Bnews - Divulgação Reprodução Instagram
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 11/11/2025, às 08h46



O ex-produtor de Gal Costa, Gabriel Fischmann, usou as redes sociais para publicar um desabafo no dia em que a morte da cantora completou três anos. No texto, ele fez acusações graves contra Wilma Petrillo, empresária e viúva da artista. 

“Há 3 anos um país inteiro ficou conhecendo a sua cara de cão, de caos, de coice, de coisa ruim… até então, era apenas uma lenda baixa, o pavor isolado, um vulto escuro do showbiz”, escreveu Fischmann, ao compartilhar uma foto de Wilma durante o velório de Gal. 

Em outro trecho, ele afirmou: “Infelizmente, o pior, aquilo que todos nós temíamos, aconteceu e você mostrou quem é, e a finalidade a que veio; ao vivo, sem máscaras, em horário nobre, em páginas sinistras de periódicos que, se espremidas, pingariam sangue e lágrimas entre os caracteres…”. 

O ex-produtor continuou o desabafo dizendo que Wilma teria prejudicado outras pessoas ao longo dos anos. “Prejudicou, trapaceou, golpeou, sujou, maculou… uma vida repleta de maldades, desacertos e tragédias! Certas coisas o tempo não pode apagar, o perdão não pode ser concedido e o ódio torna-se eterno… destruiu vidas ‘em vida’, impôs marcha fúnebre onde era ‘dança de alegria’.” 

Ele finalizou a mensagem dizendo: “E a sua sina, pessoa nefasta, será o ócio doído, o tédio improdutivo, a lembrança trágica precedida pelo mais absoluto esquecimento. Que o inferno seja o lugar mais propício para ti nos dias em que o Xaxará do rei te varrer deste mundo.” 

Relembre o caso 

Gal Costa morreu em 9 de novembro de 2022, aos 77 anos, deixando um dos legados mais marcantes da música brasileira. Após sua morte, começou uma disputa judicial entre o filho adotivo da cantora, Gabriel Costa, e Wilma Petrillo, que foi sua empresária e companheira. 

O conflito girava em torno do reconhecimento da união estável entre as duas, o que definiria a divisão dos bens e royalties. Gabriel chegou a pedir a exumação do corpo da mãe, alegando dúvidas sobre as circunstâncias da morte e buscando garantir seus direitos na herança. 

Wilma, por outro lado, declarou que Gal havia deixado claro o desejo de não passar por autópsia e reforçou que vivia uma relação estável com a artista. 

Após quase dois anos, a disputa foi encerrada em setembro de 2024, com um acordo entre as partes. Segundo a decisão, os bens, royalties e responsabilidades sobre o espólio passaram a ser divididos entre Wilma e Gabriel, incluindo a venda de um imóvel e a redistribuição gradual dos direitos autorais. 

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