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Festa de Iemanjá: Ator da Globo comemora vinda para Salvador e homenageia a Rainha do Mar

Dinaldo Silva/BNews
O ator também comentou sobre a importância do combate à intolerância religiosa nos dias de hoje  |   Bnews - Divulgação Dinaldo Silva/BNews

Publicado em 02/02/2024, às 16h15   Bruno Guena e Mariana De Siervi


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O ator da Globo, Fábio Lago, marcou presença na manhã desta sexta-feira (02), na Festa de Iemanjá. Natural de Ilhéus, o artista conversou com o BNews sobre o que a festividade significa para ele e sua importância. 

"Eu me emociono quando chego nas águas, porque eu nem peço nada pra Iemanjá, eu só agradeço. Eu recebo tantas bênçãos. E quando eu não venho pra festa de Iemanjá, eu me sinto como se não tivesse um ano. O ano fica meio que capenga, entende? A figura de Iemanjá, pra Bahia, pras águas, é como se fosse uma bênção", disse. 

Atualmente no ar na novela das 21h, Renascer, Fábio também comentou sobre a importância do combate à intolerância religiosa nos dias de hoje. 

"A intolerância está em um grau muito maior do que todos os tempos. Acho que a gente tá vivendo um mundo muito materialista e a espiritualidade é a nossa salvação. A espiritualidade é o nosso caminho. A gente tem que saber de onde nós viemos, que nós somos, pra onde nós vamos. Porque essa sociedade de consumo, aparentemente, é muito legal, mas se você for ver a longo prazo, ela é uma destruição absurda. Então, a gente tem que combater toda a intolerância, mas com muito vigor", ressaltou o ator. 

Questionado sobre a Cultura no Brasil, o artista afirmou que essa questão é deixada de lado pelos políticos. 

"O nosso poder público é muito aquém do que a gente necessita. Eles estão muito preocupados na eleição, eles estão preocupados no próximo cargo, eles estão preocupados no que eles vão ganhar em cima. E a gente, as nossas tradições, a nossa cultura, ela sempre fica relegada a 5ª, 6ª posição. A gente tem que aprender a votar. Sem a política a gente não é nada. Mas a gente tem que aprender a se politizar. Porque a gente depende do poder público. Porque as manifestações culturais não têm recursos para poder abranger os passos que elas podem alcançar", reforçou. 

Classificação Indicativa: Livre

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