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Durante sua infância e adolescência, Valesca Popozuda enfrentou dificuldades ao lado de sua mãe, Regina Célia, que a criou sozinha. A situação se agravou quando a cantora ficou grávida aos 20 anos e descobriu que a gestação era de risco. Sem o suporte do pai da criança, Valesca se viu em uma situação difícil, revivendo as dificuldades de sua mãe e enfrentando crises que a fizeram considerar a interrupção da gravidez. As informações são do portal EXTRA.
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“Por um momento pensei em tirar meu filho, porque eu comecei a ter gatilhos. Pensei que passaria tudo que minha mãe tinha passado sem ninguém para me ajudar. Quando contei da gravidez, ela me apoiou e disse para eu não fazer isso. Afirmou que não passaríamos fome e que ela estava ali para me dar as mãos”, relembra Valesca, emocionada.
Após o nascimento de seu filho, Pablo, hoje com 24 anos, Valesca continuou enfrentando dificuldades financeiras. A cantora teve que retornar a empregos simples, como trabalhar em um posto de gasolina e vender itens de casa para complementar a renda. “Eu não tinha como dar um leite para meu filho. Não tinha fralda. Tinha que lavar os panos para o Pablo usar. Busquei uma instituição que me dava uma cesta básica a cada 15 dias. Chegava em casa feliz com o saco de mantimentos”, revela.
Antes de alcançar a fama nacional com o grupo Gaiola das Popozudas, Valesca teve uma série de empregos para sustentar seu filho. “Meu primeiro trabalho foi servindo saladas num restaurante. Quando saí de lá, fui ser frentista de um posto na Avenida Maracanã. Na sequência, fiz figuração na Globo e me encantei pelo mundo artístico. Só não consegui continuar porque engravidei e, como era uma gestação de risco, tive que ficar com minhas pernas para o alto sem fazer esforço”, destaca Valesca.
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