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Publicado em 23/09/2024, às 17h38 Redação
O cantor Gusttavo Lima, que teve a prisão decretada pela Justiça de Pernambuco nesta segunda-feira (23), no âmbito da “Operação Integration”, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro, é suspeito de ocultar R$ 9,7 milhões recebidos em dois depósitos de jogos ilegais da HSF Entretenimento Promoção de Eventos. As informações são da CNN.
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A investigação, responsável por prender a advogada e influenciadora Deolane Bezerra, também identificou que, mesmo depois de receber vários depósitos pela negociação do jato Cessna Aircraft, o sertanejo continuou com a aeronave. Somados, os recebimentos totalizaram R$ 22.232.235,53.
Em uma declaração dada no dia 5 de novembro, data do início da primeira fase da operação, após a apreensão da aeronave, o advogado Cláudio Bessas, que representa a Balada Eventos, empresa de Gusttavo Lima, disse que o avião foi vendido “por meio contrato de compra e venda, devidamente registrado junto ao RAB-ANAC para a empresa J.M.J Participações”.
No entanto, de acordo com a CNN, a empresa do cantor ainda aparece como proprietária do avião no portal da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). De acordo com a ANAC, apesar de o registro de propriedade ser de responsabilidade de fiscalização do órgão, a consulta dos dados “refere-se única e exclusivamente a situação de aeronavegabilidade da aeronave, não podendo ser utilizada como garantia de regularidade da pessoa jurídica vinculada a sua operação junto à ANAC”.
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