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Influenciador volta a virar alvo da Justiça após novo episódio polêmico; saiba qual

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A defesa de Bruno Krupp ainda não se manifestou sobre a nova decisão da Justiça do Rio de Janeiro.  |   Bnews - Divulgação Divulgação / FBX Assessoria
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 19/09/2025, às 09h44



O influenciador e modelo Bruno Krupp voltou a ser alvo da Justiça do Rio de Janeiro. A decisão, publicada na quarta-feira (17) no Diário de Justiça Eletrônico Nacional (DJEN), determinou o restabelecimento da prisão preventiva do influenciador. O pedido foi feito pelos pais do adolescente João Gabriel Cardim Guimarães, morto em 2022, e pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. As informações são do portal Metrópoles. 

A relatora do caso, desembargadora Rosa Helena Penna Macedo Guita, considerou que Krupp descumpriu medidas cautelares impostas pelo STJ. O advogado da família, Fábio Marçal, comentou:  

“É preciso respeitar a lei. O que se percebeu foi uma conduta totalmente inaceitável e de uma pessoa que segue oferecendo riscos para a sociedade. Uma família até hoje convive com o velório do filho adolescente, clamando por justiça. É preciso dar um basta nisso”. 

Caso João Gabriel 

Bruno Krupp foi condenado pelo atropelamento e morte do adolescente João Gabriel, na Avenida Lúcio Costa, Barra da Tijuca, em 2022. Ele dirigia a mais de 100 km/h e não tinha habilitação. Inicialmente, ficou oito meses preso.

Em março de 2023, a prisão preventiva foi substituída por medidas alternativas, como recolhimento domiciliar noturno, comparecimento periódico em juízo, proibição de sair da comarca sem autorização judicial, suspensão do direito de dirigir e uso de tornozeleira eletrônica. O STJ deixou claro que qualquer descumprimento dessas regras poderia levar ao restabelecimento da prisão. 

Novo episódio 

Segundo os autos, em 22 de maio de 2025, Krupp teria se envolvido em uma briga perto do Parque dos Patins, na Lagoa, Zona Sul do Rio. Durante a confusão, a vítima Pedro Jordão da Cunha Rodrigues foi espancada até perder a consciência. O advogado Fábio Marçal afirmou que o episódio aconteceu enquanto Krupp deveria cumprir o recolhimento noturno. 

Diante da nova acusação de tentativa de homicídio qualificado e do descumprimento das medidas impostas, a 2ª Câmara Criminal do TJ-RJ determinou a imediata expedição do mandado de prisão preventiva, com validade de 20 anos. Além de Fábio Marçal, a assistência de acusação é formada pela advogada Gabriela Loss Bahiense Moreira. 

Até a publicação desta reportagem, a defesa de Bruno Krupp não havia se manifestado. 

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