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Irmã de Deolane Bezerra aponta perseguição e desabafa após MPSP pedir manutenção da prisão

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Deolane está presa desde o mês de maio deste ano  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 21/08/2026, às 13h58



A advogada e influenciadora Deolane Bezerra, que está presa desde o mês de maio, quando ocorreu o cumprimento da Operação Vérnix, pode continuar detida por algum tempo. Motivo disso é que o Ministério Público de São Paulo (MPSP) solicitou que a prisão preventiva seja mantida. 


Quando soube do pedido, a irmã da loira, Daniele Bezerra, usou as redes sociais para fazer um desabafo sobre as acusações que a advogada está respondendo. “Deolane nunca teve 35 empresas. Deolane nunca se casou em uma penitenciária. Deolane nunca integrou organização criminosa. Eu sei que, por ser irmã e advogada dela, muitos vão dizer que minha palavra não basta. Por isso, esperamos que os fatos e as provas falem.”, começou o texto. 

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“Desde 2022, convivemos com investigações sucessivas, medidas invasivas e exposição pública. Três equipes policiais diferentes já investigaram, prenderam, apreenderam e concederam inúmeras entrevistas. Até a minha mãe já foi presa.”, relembrou. 

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“Antes mesmo de qualquer condenação definitiva, fomos julgadas publicamente, transformadas em motivo de chacota e carimbadas como criminosas.Nós nos sentimos perseguidas, sim. E continuaremos nos defendendo dentro da lei, apresentando documentos, provas e respostas a cada acusação. “, acrescentou. 


Antes de concluir, ela destacou o medo que uma pessoa que é presa sente após sair da detenção. “Porque um processo pode terminar. Uma investigação pode ser arquivada. Uma inocência pode ser reconhecida. Mas ninguém devolve o tempo vivido com medo. Ninguém devolve a paz que foi arrancada de uma família”, encerrou. 

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O Ministério Público de São Paulo defendeu, na última quinta (20), o reajuste da prisão da blogueira e dos familiares de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, alvos da Operação Vérnix. A ação policial aconteceu em maio deste ano e teve como principais alvos suspeitos de envolvimento com um esquema de lavagem de  dinheiro para o Primeiro Comando da Capital (PCC).


A manifestação da influenciadora acontece na véspera de uma nova análise sobre a prisão preventiva. Ainda nesta sexta (22), um juíz deve determinar se a famosa continuará presa ou se poderá responder ao processo em liberdade.

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