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A relação entre Emicida e seu irmão Evandro Fióti, fundadores da gravadora e produtora Lab Fantasma, pode estar abalada há mais tempo do que o público imagina. Apesar do rompimento entre os dois ter vindo à tona apenas recentemente, fontes ligadas ao mercado cultural revelaram ao portal Leo Dias que os atritos vêm de anos atrás.
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Segundo informações, Fióti, que sempre sonhou em ser cantor, teria canalizado suas ambições pessoais no sucesso do irmão, abrindo mão da própria carreira artística para atuar como gestor do rapper. Anos depois, o sucesso estrondoso de Emicida com o álbum ‘AmarElo’, o documentário na Netflix e os diversos prêmios internacionais teriam despertado no irmão mais velho o desejo de se desvincular profissionalmente, algo que Fióti teria aceitado bem.
Além disso, rumores apontam que em 2023, quando a decisão de rompimento parecia inevitável, advogados teriam tentado intermediar um acordo em que Fióti ficaria com 50% dos lucros de tudo que foi produzido até aquele momento, mas ele não aceitou.
Para o público, o estranhamento ganhou força após a reportagem do Fantástico, onde Fióti se colocou como vítima de um “ataque desproporcional” por parte de Emicida. Nos bastidores, no entanto, a versão que circula é de que Fióti nunca digeriu o afastamento e tampouco está disposto a abrir mão do posto de mentor da carreira do irmão.
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