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A participação do ex-volante Souza no podcast Barbacast, exibido nesta terça-feira (21), acabou gerando mais que polêmica. Durante o programa, o ex-jogador do Vasco comentou o caso envolvendo o francês Dimitri Payet e a advogada Larissa Ferrari, e acabou sendo alvo de um boletim de ocorrência registrado por ela. As informações são do portal Extra.
Larissa acusa Payet de agressão física e psicológica e está processando o jogador. Mas Souza ironizou a denúncia ao vivo. “Quando eu vi a notícia, falei: ‘Que loucura é essa?’. A gente ri em off, na resenha; eu, o Alex e os caras. Mas óbvio que não vamos zoar o cara. Cada um tem sua opção”, disse. Na sequência, afirmou: “Querendo ou não, a mulher também tá querendo aparecer pra caramba. Falando uma porção de coisas que, enfim… pior que tem coisas que têm escrito. É difícil falar que não fez. Mas a mulher quer mídia na história do cara”.
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As falas foram o estopim para que Larissa registrasse um boletim de ocorrência contra o ex-volante, alegando difamação e injúria. Ela criticou a postura de Souza:
“É inaceitável que pessoas públicas tratem o assunto de forma tão leviana. Apesar de ter cunho sexual, não é piada, não é brincadeira. Tudo o que fiz são denúncias, gravíssimas, por sinal. Não posso aceitar que tentem me denegrir e desqualificar como vítima”.
O que está por trás da denúncia
O caso entre Payet e Larissa Ferrari veio à tona com a divulgação de trocas de mensagens, nas quais a advogada detalha experiências íntimas com o jogador e relata situações que considera abusivas. Ela afirma que o relacionamento começou consensual, mas que a dinâmica se transformou em algo violento e degradante.
Entre os relatos mais duros, Larissa diz ter sido submetida a práticas como beber urina, lamber o chão e ser agredida durante o sexo. “Durante esses atos sexuais, ele fazia com muita força e me machucava (...). Eu sempre ficava calada. Não falava para ele que eu não gostava porque sabia que se falasse, ia perdê-lo”, contou.
Larissa também afirma que Payet passou a chamá-la de “submissa” e aplicava “punições” sempre que achava que ela o contrariava. Um dos episódios mais marcantes, segundo ela, ocorreu após uma briga por ciúmes: “Chorando, me tranquei no banheiro, sentei no chão. Ele me tirou dali, me virou de costas e transou comigo”, revelou.
A advogada diz ainda que sofre de transtorno de personalidade borderline e que Payet se aproveitava de sua fragilidade emocional para impor essas práticas.
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