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Jogador do vasco nega acusações de agressão contra amante e revela que beber urina era comum entre o casal

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O atleta, em depoimento, negou ter agredido a moça e comentou sobre o fetiche inusitado  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 25/04/2025, às 14h44



Dimitri Payet, jogador do Vasco, que foi acusado de agredir a amante, a advogada Larissa Ferrari, decidiu se pronunciar e dar detalhes da relação com a moça. Ele confirmou o caso, mas negou qualquer agressão contra ela. O atleta também detalhou as práticas sadomasoquistas entre eles e alegou que “beber urina” era uma prática comum entre o casal. 


De acordo com a coluna de Fábio Oliveira, do site Metrópoles, Payet prestou depoimento na Delegacia de Atendimento à Mulher, que fica em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.  


No depoimento, do qual a colunista teve acesso, o francês afirmou que conheceu a advogada por meio das redes sociais e que, em conversas privadas, a moça ‘passou a encaminhar vídeos íntimos e conversar sobre assuntos relacionados a sexo”. 


Payet também confirmou que o relacionamento entre eles era “pautado pela prática sadomasoquista” e que praticavam as ações tanto virtualmente quanto pessoalmente, todos de maneira ‘consensual’, garantiu o jogador. Além disso, ele negou que tenha submetido a amante a tratamento violento ou humilhante. 


No depoimento, ele também revelou o fetiche em transar com a advogada vestida de noiva. Sendo assim, questionou se ela ainda teria o vestido utilizado em seu casamento. Por outro lado, de acordo com ele, a moça teria pedido que fosse ‘urinada’ por ele. 


Segundo ele, a prática era realizada diversas vezes e, no mês de janeiro deste ano, Larissa teria enviado um “um vídeo em que, espontaneamente, bebia sua própria urina e colocava sua cabeça no vaso sanitário”. Ainda conforme o relato, o atleta disse que a prática era comum entre eles. 


Ao falar das supostas agressões, Dimitri alegou que, durante “a prática sexual, Larissa pedia que desferisse tapas em suas nádegas, que deixavam marcas”.


O jogador garantiu que nunca agrediu a amante e acrescentou que isso tem relação com os “locais onde ocorriam as práticas sexuais, como cadeiras”, e que, por ela “ter a pele muito clara, qualquer pressão, mesmo que leve, já deixava alguma marca”.

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