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O jogador Gustavo Scarpa, atualmente no Atlético Mineiro, comentou na madrugada desta quinta-feira (5) sobre as acusações de irregularidades trabalhistas na construção de uma pista de skate em Hortolândia, sua cidade natal. A obra, financiada pelo Instituto Gustavo Scarpa e realizada pela PUG Skateparks, está no centro de um processo movido pelo pedreiro Mário Dias Santana, que alega ter trabalhado em condições inadequadas e sem direitos garantidos. As informações são do portal Leo Dias.
Em nota publicada em suas redes sociais, Scarpa afirmou que já apresentou sua defesa à Justiça e criticou as acusações:
"Infelizmente, o que não falta é gente maldosa querendo tirar proveito do trabalho dos outros… sem novidades. O nosso principal objetivo é incentivar o esporte e dar suporte aos adolescentes e crianças da região de Hortolândia e cidades vizinhas."
Scarpa também aproveitou a ocasião para anunciar que a pista, com 3 mil m² e padrão internacional, será inaugurada na próxima semana e convidou o público a participar do evento.
As denúncias
Mário Dias Santana afirma que trabalhou na obra entre maio e julho de 2023 sem registro formal, recebendo menos do que o combinado e enfrentando condições insalubres. Em entrevista ao portal, o pedreiro relatou a falta de pagamento por dias de chuva e finais de semana, além de apontar falhas nos equipamentos de proteção e excesso de calor no local.
"Cheguei e a obra já tinha começado, mas fiz um trabalho de primeira linha. Fiquei três meses lá sem registro, sendo enrolado", disse ele.
Após essa experiência, Mário também trabalhou para a PUG Skateparks em outra obra, desta vez em Indaiatuba, mas novamente enfrentou problemas com valores e direitos trabalhistas. Ele pede na Justiça R$ 156 mil, responsabilizando tanto a PUG quanto o Instituto Gustavo Scarpa, alegando falhas na fiscalização dos trabalhadores.
O processo judicial
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Segundo os documentos obtidos, a ação judicial aponta irregularidades como terceirização inadequada e falta de pagamento de horas extras. Mário também busca retroativos por direitos trabalhistas não cumpridos e prejuízos sofridos durante o período de trabalho.
Os advogados do pedreiro defendem que o Instituto Scarpa e a PUG Skateparks devem responder solidariamente pelos débitos trabalhistas, uma vez que a pista beneficia diretamente o projeto social liderado pelo jogador.
A defesa de Scarpa
No pronunciamento, Scarpa reforçou seu compromisso com o incentivo ao esporte e minimizou as acusações, destacando o impacto social da obra para a comunidade de Hortolândia. Ele não comentou diretamente sobre os detalhes das denúncias, mas afirmou que confia na Justiça para resolver o caso.
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