Entretenimento
por Andreza Oliveira
Publicado em 20/09/2025, às 12h05
Depois de uma audiência que aconteceu na última quinta-feira (18), na qual o PT ofereceu um acordo à Jojo Todynho, foi definido que ela se retratasse por ter dito, sem provas, que havia recebido uma proposta no valor de R$1,5 milhão para apoiar a campanha de Lula no ano de 2022.
A situação aconteceu em novembro de 2024, durante a participação da ex-Fazenda no podcast Brasil Paralelo. Na época, a então presidente do partido, Gleisi Hoffmann, desmentiu Jojo.
“É mentira deslavada que a campanha eleitoral de Lula tenha oferecido dinheiro para Jojo Todynho, e ela terá de responder por isso. Não houve oferta para ela nem para nenhum dos muitos artistas que apoiaram voluntariamente”, escreveu.
A audiência desta semana teve como objetivo tentar resolver o conflito e evitar que a ação judicial seguisse adiante.
Nas redes sociais, a cantora se recusou a se retratar e ainda alfinetou os internautas. “Não tenho que provar nada para vocês”, disparou.
Ela ainda publicou um vídeo acompanhada dos seus advogados, Bruno Figueiredo e Sérgio Figueiredo, que afirmaram que aconteceu uma “falta de interpretação de texto e desconhecimento legal” por parte da acusação.
“A ação de difamação movida contra Jordana [Jojo] exige um fato concreto e uma pessoa determinada. Na expressão ‘me ofereceram’, não há sujeito determinado”, explicou Bruno.
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