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Jornalista baiana expõe violência obstétrica sofrida no parto da filha: “Preciso me recuperar”

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Repórter relatou ter enfrentado complicações após o nascimento da primeira filha  |   Bnews - Divulgação Ilustrativa
Edgar Luz

por Edgar Luz

edgar.luz@bnews.com.br

Publicado em 09/11/2025, às 07h51



A jornalista baiana Paulyane Araújo fez um forte desabafo nas redes sociais, na manhã deste domingo (9), sobre a violência obstétrica que afirma ter sofrido durante o parto da primeira filha, Maria Helena, no dia 5 de novembro. Nos stories do Instagram, ela contou que passou por complicações após a alta hospitalar e precisou ser levada novamente ao centro cirúrgico.

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“Ando sumida porque passei por experiências que nunca vou conseguir mensurar. Vivi o melhor momento de minha vida com o parto de Maria Helena. E no dia da alta, saí pela manhã do hospital, bem, e dei reentrada à noite com um sangramento uterino e na laceração que me levou ao centro cirúrgico”, relatou.

Paulyane afirmou que o episódio a marcou profundamente, tanto física quanto emocionalmente. “Agora está tudo bem. Mas eu preciso me recuperar emocionalmente deste episódio”, desabafou.

A jornalista também revelou que conheceu, durante o processo, o que classificou como violência obstétrica dentro da instituição onde havia sido bem acolhida horas antes.

“Nele também conheci a violência obstétrica dentro da instituição onde vivi poucas horas antes o maior acolhimento hospitalar da vida. Eu tô me recuperando emocionalmente disso e estou, acima de tudo, curtindo a minha família, minha filha lindaaaaa, mais linda do que imaginei. Mas eu vou vir contar aqui tudo que aconteceu. Por mim e por todas as mulheres que já passaram por isso”, declarou.

Paulyane ainda fez questão de agradecer à obstetra Bruna, responsável por acompanhá-la no parto e nas complicações posteriores.

“Deus coloca anjos na minha vida e @brunaobstetra tem sido mais do que um obstetra. Eu não tenho palavras para agradecer por TUDO que você tem feito por mim e por minha família. Bruna é Casa! Ela é GIGANTE. Só um anjo de Deus salva um neném, uma mãe e uma família como ela fez, seguindo a intuição (fé e presença do divino), sem precisar alarmar ninguém, com serenidade, firmeza, sem tirar a luz e a magia do momento de um parto”, escreveu.

A jornalista finalizou dizendo que, após se restabelecer, pretende relatar publicamente todos os detalhes do caso, “por mim e por todas as mulheres que já passaram por isso”.

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Foto: Reprodução/Redes Sociais

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