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Justiça toma decisão sobre ação milionária de Pedro do BBB 26 contra a Globo: “É preocupante"

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Justiça surpreende em ação milionária de Pedro do BBB 26  |   Bnews - Divulgação Reprodução TV Globo
Juliana Barbosa

por Juliana Barbosa

juliana.barbosa@bnews.com.br

Publicado em 12/05/2026, às 11h43



O ex-BBB Pedro Espíndola voltou a virar assunto nas redes sociais nesta terça-feira (12), após a divulgação de que o processo movido por ele contra a TV Globo teria sido arquivado. O ex-participante do BBB 26 pedia uma indenização de R$ 4 milhões. 

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A repercussão aumentou depois que surgiram informações de que a ação teria sido rejeitada por falhas na documentação apresentada e até possível uso de inteligência artificial na elaboração da petição inicial. 

De acordo com o portal Diário do Estado, o juiz teria apontado falta de detalhes no processo e ausência de fundamentação adequada nos pedidos apresentados pela defesa de Pedro. 

Nas redes sociais, o caso viralizou. Parte dos internautas criticou o suposto uso de IA em um processo judicial. 

“É preocupante ver a tecnologia ser utilizada assim em um processo sério”, comentou um usuário. 

Pedro Espíndola ficou famoso após participar do BBB 26. Durante o reality, ele se envolveu em uma polêmica após uma acusação de importunação sexual contra a participante Jordana Morais. A situação gerou repercussão dentro e fora do programa e terminou com a saída dele da casa. 

Defesa rebate versão sobre arquivamento 

Após a repercussão, a defesa de Pedro falou sobre o caso em entrevista à coluna de Fábia Oliveira e negou que o processo tenha sido arquivado por causa de inteligência artificial. 

Segundo a advogada Niva Castro, o arquivamento citado aconteceu apenas no Paraná, porque o caso foi transferido para o Rio de Janeiro, local onde o contrato com a Globo teria sido assinado. 

“Quando o juiz de Colombo declinou competência para julgar o caso, pois o contrato foi assinado no Rio, o processo foi remetido para o estado do Rio. O processo daqui está arquivado desde março”, explicou. 

A defesa também negou qualquer irregularidade relacionada ao uso de IA. 

“Não existe essa situação, essa questão. É infundado”, declarou. 

O advogado ainda comentou sobre o uso da tecnologia no meio jurídico. 

“Se tivesse sido usada IA, tem muito magistrado que utiliza IA para fazer sentença, há muito tempo. Tem muito promotor que utiliza IA para fazer cota ministerial há muito tempo”, afirmou. 

Segundo a equipe jurídica, o processo ainda nem teria sido oficialmente autuado no Rio de Janeiro. Até o momento, nem Pedro Espíndola nem a Globo comentaram publicamente o caso. 

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