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Justiça toma medida drástica contra homem que cometeu racismo a Taís Araújo; saiba qual

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Decisão veio após homem reagir a um vídeo em que Taís criticava Jair Bolsonaro  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Globo
Edgar Luz

por Edgar Luz

edgar.luz@bnews.com.br

Publicado em 09/09/2025, às 10h40



O empresário Celso Henrique de Oliveira Yamashita teve seu passaporte apreendido e bloqueado pela Justiça de São Paulo, em meio a um processo que investiga racismo contra a atriz Taís Araújo, ocorrido em 2022. A informação é da coluna de Rogério Gentile.

O caso começou depois que Yamashita reagiu a um vídeo no qual a atriz criticava o ex-presidente Jair Bolsonaro. Em um grupo de WhatsApp, ele escreveu: “É uma infeliz. Maldita Princesa Isabel”. A declaração motivou uma denúncia do Ministério Público, que foi acionado após um morador encaminhar queixa à Promotoria, solicitando investigação policial.

A promotora Vanessa Santa Terra destacou que a frase do empresário demonstrou uma clara reprovação à Lei Áurea, sugerindo que, se a lei não tivesse sido aprovada, “a pessoa negra, escravizada por mais de 350 anos no Brasil, não poderia emitir sua opinião”.

Em sua defesa, Yamashita minimizou a situação e afirmou que a frase foi apenas uma “brincadeira” e chamou o denunciante de “desocupado”.

O processo penal foi oficialmente iniciado em julho de 2024, mas a Justiça não conseguiu localizar pessoalmente o empresário desde então. Por isso, o bloqueio do passaporte impede que ele entre ou saia do país sem ser citado.

“O réu continua em local incerto e não sabido, mas há notícias de que, frequentemente, vai e volta do Japão”, afirmou o promotor Fabio Miskulim, no pedido acatado pelo juiz responsável pelo caso.

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