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Kamylinha afronta Justiça ao apontar “homofobia e racismo” na condenação de Hytalo Santos; confira

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Jovem critica sentença da Justiça e afirma que houve preconceito na condução do caso  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes Sociais
Edgar Luz

por Edgar Luz

edgar.luz@bnews.com.br

Publicado em 25/02/2026, às 09h11



A condenação de Hytalo Santos e Israel Nata Vicente, conhecido como Euro, provocou reação de Kamylinha nas redes sociais. A adolescente, que morava com o casal e foi apontada como principal vítima no processo, publicou uma série de mensagens questionando a decisão da Justiça da Paraíba.

Nos relatos, ela contesta trechos da sentença e afirma que houve preconceito na condução do caso. Segundo Kamylinha, desde o início do processo já existiam alertas que, na visão dela, não foram levados em consideração. Em uma das publicações, declarou que identificou “homofobia e racismo” nas falas do magistrado responsável pela decisão.

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A jovem também mobilizou seguidores em apoio aos condenados. Pediu orações e disse confiar que a situação será revertida. “Quem conhece nossa família sabe da nossa história. Continuem em oração. Deus está no controle”, escreveu.

Kamylinha ainda compartilhou a nota divulgada pela defesa de Hytalo e Euro, que informou que irá recorrer da sentença. Além disso, republicou um vídeo do advogado que atua no caso, onde classificou o episódio como reflexo de preconceito estrutural no país.

O que diz a sentença?

A decisão foi proferida no domingo (22) pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da comarca de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa.

Hytalo Santos foi condenado a 11 anos e 4 meses de prisão. Já Israel Nata Vicente recebeu pena de 8 anos e 10 meses. O processo aponta envolvimento dos dois na produção de conteúdo pornográfico com adolescentes.

De acordo com a sentença, os menores estariam inseridos em um ambiente descrito como controlado pelos adultos, comparado a um formato de reality show, com exposição a situações consideradas de risco. O magistrado também citou fornecimento de bebida alcoólica e possíveis falhas relacionadas à alimentação e à escolaridade dos jovens.

Além das penas de prisão, a Justiça fixou indenização por danos morais no valor de R$ 500 mil e determinou o pagamento de 360 dias-multa para cada réu, calculados com base em um trinta avos do salário mínimo vigente. A defesa confirmou que pretende recorrer da decisão.

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