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Luiza Ambiel faz desabafo sobre mudanças no corpo após menopausa: “Achei que tinha ficado assexuada”

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Luiza Ambiel, de 53 anos, entrou na menopausa e fez um desabafo sobre as mudanças no corpo  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Andreza Oliveira

por Andreza Oliveira

Publicado em 06/03/2026, às 20h18



A atriz Luiza Ambiel revelou que viveu um momento confuso após perceber mudanças na libido ao entrar na menopausa. De acordo com ela, a fase lhe trouxe questionamentos sobre o próprio corpo e chegou a gerar a sensação de que havia perdido completamente o desejo sexual. 


A apresentadora, de 53 anos, contou que no início interpretava as mudanças como algo definitivo. “Quando comecei a entrar na menopausa achei que era normal perder a vontade. Pensei: pronto, acabou. Achei que tinha ficado assexuada”, relatou.


Ambiel revelou que só depois entendeu que a situação era mais complexa e que muitas mulheres passam por episódios semelhantes. “Muitas mulheres me escrevem dizendo que não entendem o que está acontecendo com o corpo, que a vontade muda, que surgem dúvidas e inseguranças. É um tema que ainda tem muito silêncio em volta”, disse.


A ex-Fazenda afirmou que parte das suas inseguranças estiveram relacionadas com a maneira como muitas mulheres foram educadas em relação à própria sexualidade. De acordo com a famosa, muitas cresceram em ambientes onde o assunto era tratado com vergonha ou não era discutido. 


“Muita gente da minha geração cresceu sem poder falar sobre sexo. Eu mesma casei virgem muito nova e existia uma vergonha enorme em torno disso. A gente acaba carregando esses bloqueios por muitos anos”, pontuou. 


Para ela, o histórico de silêncio faz com que muitas mulheres interpretem as alterações hormonais da menopausa como o fim da vida sexual. “Às vezes a mulher acha que perdeu a vontade para sempre, mas na verdade está passando por uma fase de adaptação do corpo e das emoções”, acrescentou. 


A artista contou que decidiu comentar abertamente sobre o assunto porque notou que não era uma experiência individual. “Quando a gente começa a conversar, percebe que não está sozinha. É algo muito mais comum do que parece”, concluiu.

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