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Uma ação judicial movida por Nego Di contra Jojo Todynho pode acabar de forma desfavorável para o ex-BBB. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) opinou pelo arquivamento da queixa-crime apresentada pelo humorista em 2024.

Nego Di acusou a influenciadora de calúnia, difamação e injúria. No entanto, em manifestação datada de 29 de janeiro, a promotora de Justiça apontou que ele deixou de dar andamento ao processo por 30 dias consecutivos. Como autor da ação, o comediante teria o dever legal de impulsionar o caso.
Segundo o parecer, a inércia configura perempção, um mecanismo jurídico que leva à anula a punição do réu quando o autor não movimenta a ação dentro do prazo previsto. Caso o entendimento seja acolhido, Jojo não poderá mais ser penalizada pelas declarações feitas contra o ex-BBB.
Apesar do posicionamento do Ministério Público, o processo ainda não foi oficialmente encerrado e aguarda decisão da juíza responsável.
Entenda o caso
A troca de farpas começou após comentários feitos por Nego Di, em 2022, sobre a aparência de Jojo Todynho. Em resposta, a cantora chamou o humorista de “estelionatário”, “golpista” e “palhaço”, entre outras declarações.
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A ação, que tramitava desde 2024, chegou a mudar de foro. Inicialmente no Rio Grande do Sul, o caso foi transferido para o Rio de Janeiro, onde Jojo reside, já que as declarações foram feitas nas redes sociais e devem ser analisadas no local de domicílio da acusada.
Outros reveses judiciais de Nego Di
A possível perda da ação contra Jojo Todynho soma-se a uma fase crítica para o humorista no Judiciário. Em 2024, Nego Di foi condenado em primeira instância por estelionato. O caso envolve a loja virtual Tad Zoeira, onde centenas de clientes pagaram por produtos que nunca foram entregues. O prejuízo estimado às vítimas é de R$ 5 milhões.
Após um período da prisão preventiva, o ex-BBB obteve liberdade, mas sob medidas cautelares rigorosas, sendo proibido de utilizar suas redes sociais e de fazer menções a investigações em curso.
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Além disso, durante as enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, a Justiça determinou a remoção de vídeos do influenciador por disseminação de informações falsas sobre as operações de resgate. Ele também foi condenado a pagar indenização e cumprir penas alternativas por ofensas proferidas contra parlamentares e figuras públicas em seus vídeos.
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