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MC Poze se revolta com tratamento da polícia com suspeitos de caso de estupro coletivo e dispara: "comigo esculacharam"

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Funkeiro critica forma como suspeitos foram levados à delegacia e diz que abordagem foi diferente da que ele próprio sofreu em operação policial  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Tiago Di Araújo

por Tiago Di Araújo

tiago@bnews.com.br

Publicado em 06/03/2026, às 08h15



O cantor Poze do Rodo usou as redes sociais para se manifestar sobre o caso de estupro coletivo envolvendo uma adolescente no Rio de Janeiro. Em vídeos publicados na internet, o funkeiro criticou duramente a forma como os suspeitos foram conduzidos pela polícia.

Durante o desabafo, o artista questionou o fato de os homens investigados pelo crime terem sido levados à delegacia sem algemas e sem exposição do rosto. Para ele, a postura adotada pelas autoridades contrasta com abordagens que já sofreu em operações anteriores.

“Não dá para aceitar isso. Comigo foi totalmente diferente. Quando foram me prender, fizeram o maior escândalo, me colocaram contra a parede, mão para trás e cabeça baixa. Sabiam que eu ia ser solto e mesmo assim fizeram aquilo tudo”, afirmou.

Na sequência, o cantor criticou o tratamento dado aos suspeitos do crime e afirmou que a condução ocorreu de forma branda. “Agora os caras sendo levados como se fossem príncipes encantados”, disparou.

Revolta com o crime

Além da crítica à abordagem policial, Poze do Rodo também demonstrou indignação com o caso de violência sexual. Visivelmente revoltado, ele afirmou que não consegue entender como crimes desse tipo ainda acontecem.

O artista também comentou o impacto da situação para a família da vítima. Segundo ele, é impossível imaginar o sofrimento de quem acompanha o caso de perto.

“Imagina o pai dessa menina, imagina o que a família está sentindo. É uma revolta muito grande”, disse.

Em outro momento, o cantor chegou a afirmar que os responsáveis pelo crime deveriam receber punições mais severas.

Entenda o caso

O episódio que gerou grande repercussão ocorreu em 31 de janeiro, dentro de um apartamento localizado em Copacabana, na zona sul da capital fluminense. A vítima é uma adolescente de 17 anos.

De acordo com as investigações, a jovem teria sido atraída até o imóvel após receber um convite do ex-namorado, que estudava com ela. A suspeita é de que o encontro tenha sido usado como forma de levá-la até o local onde o crime aconteceu.

Segundo o delegado Ângelo Lajes, o caso teria sido planejado previamente.

“Foi uma emboscada planejada. A vítima foi enganada por meio de um convite feito por um dos agressores, com quem já tinha tido um relacionamento. Ao chegar ao apartamento, outros homens invadiram o quarto e cometeram violência sexual, além de agressões físicas e psicológicas”, explicou.

O caso segue sob investigação e provocou forte repercussão nas redes sociais, com manifestações de indignação e pedidos por justiça.

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