Entretenimento
por Andreza Oliveira
Publicado em 17/03/2025, às 19h42 - Atualizado às 20h09
O cantor Fiuk, de 34 anos, compartilhou um desabafo nesta segunda-feira (17) se defendendo das acusações envolvendo a composição da música ‘Mãe Solteira’, música que lidera o ranking do Spotify Brasil. Recentemente, ele foi criticado e acusado de estar recebendo créditos pela criação do hit, que envolve a participação de J. Eskine, MC Davi, MC G15, DG e Batidão Stronda.
"Hoje eu vou falar de um assunto sério que era para ser muito legal, mas que vem me incomodando. Então, eu preciso esclarecer algumas coisas também. Eu não posso deixar ninguém colocar palavras na minha boca e nem distorcer os fatos. Vocês estão acompanhando aí, uma música que eu escrevi junto com outros artistas que acabou se tornando a número 1 no Brasil, número 1 em Portugal, top 50 das mais tocadas do mundo. E, antes de mais nada, eu sou muito grato por isso. Exatamente, isso tinha que ter o maior motivo de comemoração possível. Mas ao invés disso, estão tentando apagar minha história, tá ligado? Aí eu me pergunto, por que eu incomodo tanto?", iniciou.
Depois disso, ele relembrou de traumas que viveu dentro de casa, alegando que o próprio pai, Fábio Jr., não apoiava seus trabalhos artísticos. "O que tanto irrita essas pessoas? O fato de eu ser playboy, filho de famoso? Qual é o ponto, tá ligado? [...] Dentro e fora de casa, sempre exigindo mais de mim do que as pessoas à minha volta, sempre tentaram me diminuir. Fazia show para 20, 30 mil pessoas, quando eu chegava em casa, meu próprio pai me desvalidava. Minha casa fazia eu me sentir um nada. Eu nunca tive alguém para me fortalecer psicologicamente, tá ligado? Então eu me questiono, questiono muito antes de falar qualquer coisa. Não gosto de ser injusto, eu penso e repenso. Foi assim com essa música também", disse.
Ele ainda afirmou que quando entrou para o processo criativo da música, o refrão já existia, mas fez questão de destacar que colaborou com o resultado final. "Estava bem no começo, a música aconteceu com todo mundo junto lá. Inclusive, eu que puxei o assunto, a história, para gente insistir em falar de Mãe Solteira, colocar o nome da música de Mãe Solteira, o refrãozinho ali [...] Mas no fim, família, não importa exatamente a parte que cada um fez. O que importa é que tava todo mundo junto lá. Porque, às vezes, só de uma pessoa estar presente, só de ela falar uma palavra ou uma ideia, ela acaba mudando a música. Tudo acaba mudando. Então é frustrante ter que vir aqui falar sobre isso", acrescentou.
Para finalizar, ele fez uma reflexão sobre estar lidando com artistas egocêntricos. "Eu acredito plenamente que a energia de todo mundo que tava ali naquela sala fez parte da composição, independente de quem fez o quê. E era para ser tão da hora, era para ser tão leve, tão legal. As pessoas não percebem, mas o ego está dominando elas [...] Me fala aí, aonde leva tudo isso? Será que essas pessoas percebem que elas estão completamente tomadas pelo próprio ego ou não? Será que elas percebem que a gente tinha que está comemorando agora?", completou.
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